Fazendo a Diferença

Os tempos mudaram, os desafios que surgem hoje são diferentes dos enfrentados até então. Pressão por resultados positivos, exigência crescente de alto padrão de qualidade em atendimento, produtos e serviços, agilidade nas tomadas de decisão, expectativa de vida útil das pessoas aumentando, mudanças nas leis de aposentadoria e principalmente a velocidade da obsolescência da tecnologia e do conhecimento em todas as áreas, são alguns dos desafios encontrados nos dias atuais, entre outros...

A maneira mais eficaz de preparar-se para essa nova realidade é administrar as características pessoais, reavaliar conceitos e conscientizar-se de suas necessidades, desenvolvendo virtudes e competências individuais para lidar com o todo...

A empresa que perceber e souber aproveitar-se destas circunstâncias, oferecendo aos seus colaboradores a oportunidade de auto-desenvolvimento, fará a grande diferença no mercado, assim como o profissional empenhado em desenvolver seu potencial pessoal, pois tecnologia e conhecimento estão à disposição de todos. O que realmente faz a diferença é a atitude das pessoas diante das diversas situações do dia-a-dia, a qualificação pessoal.

sábado, 29 de agosto de 2009

PNL - Módulo III

MÉTODOS E TÉCNICA PARA TRANSFORMAÇÃO

A PNL estuda como o cérebro e a mente funcionam, como criamos nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras, ela estuda como o ser humano funciona e como ele pode escolher maneira que quer funcionar.

OBJETIVO:
Este programa foi estruturado para oferecer-lhe a oportunidade de desenvolver HABILIDADE NO MENEJO DE TÉCNICAS E MODELOS DA PNL, capacitando-o para utilizá-las para o autoconhecimento, autodesenvolvimento, aprendizagem, coach, comunicação, criatividade, liderança, planejamento, recursos humanos, relacionamentos, saúde, vendas, além de ampliar suas competências para consultoria pessoal e empresarial.

PÚBLICO ALVO:
- Este é um curso sobre a nova tecnologia mental e cerebral para executivos, gerentes, líderes, profissionais liberais, vendedores, professores, psicólogos, coaches, terapeutas e todos os que desejam uma evolução em sua capacidade mental e produtiva.

PRÉ-REQUISITO:
- Ter feito o 1º e 2º módulos do curso

VOCÊ GANHA FAZENDO O CURSO:
Além de ampliar os conhecimentos e recursos já adquiridos no 1º e 2º módulos, você terá poderá aprender e utilizar técnicas para: Acesso à recursos emocionais fortalecedores, novas alternativas de comportamento para situação ou contexto definido, mudança de estado problemático para estado desejado, mudança de comportamentos e reações indesejadas, fazer com que aquelas tarefas desagradáveis fiquem menos penosas, mudar sentimentos desagradáveis em resposta a outras pessoas, eventos ou lugares, mudar uma lembrança desagradável, destruir uma representação interna que fica ocupando os pensamentos e reduzindo recursos, estratégia para negociação, quebrar estados de frustração, facilitar a comunicação e relacionamentos.

PRINCIPAIS TEMAS:
- Apresentação e esclarecimento de dúvidas e comentários
- Aspectos da Mudança
- Por Que as Pessoas Buscam a Mudança?
- O Que Impede uma Pessoa de Mudar?
- Níveis Lógicos
- Tipos de Mudança com PNL em Diferentes Níveis Lógicos
- Modelo de Mudança da PNL
- Ecologia
- Verificações de Ecologia
- Exercícios práticos
- Técnicas passo à passo.

METODOLOGIA:
- Num clima de descontração, o programa é constituído de exposição dialogada, técnicas e vivências da PNL

DATA e HORÁRIO:
- 12/09/2009
- Das 9 às 19hs

FACILITADORA:
- Ana Beatriz Medeiros Brito - Psicóloga, Master Practitioner em Programação Neurolingüística e Terapia da Linha do Tempo, Certified Personal and Executive Coach, Consultoria Organizacional, Vasta Experiência em Recrutamento, Seleção, Treinamento e Desenvolvimento, Orientação e Acompanhamento de Pessoal; Psicóloga Clínica, Criou e atuou como facilitadora em Seminários; Ministrou curso de PNL no SENAC, Palestras em Seminários Abertos, Colaboradora do Jornal 3º Milênio.

INFORMAÇÕES/INSCRIÇÕES: até 08/09/2009
- Fones: (53) 9986 7003 / 3226 1587
- e-mail: abmbrito@gmail.com
- blog: www.anabeatrizbrito.blogspot.com

LOCAL:
- XV de Novembro, 607, conj. 76 - Ed Itatiaia, Centro, Pelotas/RS

INVESTIMENTO:
- Profissionais, R$120,00, 1+1 de R$70,00 ou 1 + 2 de R$55,00.
- Estudantes, R$100,00, 1+1 de R$60,00 ou 1 + 2 de R$45,00.

sábado, 22 de agosto de 2009

PALAVRAS, MOTIVAÇÃO E SUCESSO

Ana Beatriz M. Brito

A pessoa de sucesso vive num estado constante de aprimoramento próprio, pois sabe que a capacidade de renovação e melhoria é importantíssima para quem deseja chegar e manter-se lá. Sabe-se, também, que a comunicação é ferramenta chave para o sucesso em qualquer área de sua vida.
Ao longo de nossas vidas aprendemos palavras e as usamos como se não existissem outras que sejam mais produtivas, mais úteis.
Pesquisas feitas na Universidade da Califórnia mostram que a maneira como a pessoa pensa e as palavras que usa afetam as reações químicas no cérebro, isto é, o que pensamos e falamos afeta nosso cérebro, o que por sua vez afeta nosso estado emocional e a nossa disposição física.
A língua portuguesa é muito rica, nela encontramos palavras que nos movem, nos levam para soluções e outras que nos paralisam, nos causam um sentimento de impotência e, ainda, carregamos essas últimas com uma energia pesada, através de emoções negativas que sentimos e acumulamos nelas cada vez que as recitamos. Então, cada vez que as repetimos nos sentimos mal, temerosos, cansados, pressionados, etc. Elas se tornam rótulos e esse é o caso da palavra problema que pressupõe algo muito difícil, se não impossível, de resolver.
“Ah! É maneira de dizer, mas eu sei que não é assim” ou “É a força do hábito”, muitos dizem! Mas, esses hábitos de expressão criam hábitos de emoção e as emoções é que nos motivam, nos movem aproximando-nos ou afastando-nos de situações, soluções, objetivos...
Nosso cérebro aprende por repetição, então, se você diz uma palavra ou frase com freqüência, você se condiciona a acreditar no que está dizendo. E se você diz algo em voz alta é porque já pensou várias vezes antes de dizê-lo.
Que tal mudar os hábitos de expressão para que você crie emoções que o ajudem?
Diga para você mesmo ”Estou com um problema.” Depois diga: “Estou com uma dificuldade.” E agora experimente dizer: “Estou enfrentando um DESAFIO”. Avalie... Qual destas expressões lhe permite lidar melhor com a situação? Isso ajuda você a mudar a sua atitude diante da situação?
Outra palavra que tem sido bastante usada é crise, mude-a para OPORTUNIDADE e perceba o que acontece.
“Quem vive em estado de problemas e crises vai cavando seu próprio túmulo de impotência para se enterrar e só enxerga a morte. Quem vive em estado de desafios e oportunidades vê soluções, enxerga vida nova.” (Rhandy di Stéfano)
Portanto, escolha palavras e expressões favoraveis e facilite sua jornada.

Referências:
A Essência da Mente, Andreas e Andreas, ed. Sumus, 1993.
Manual do Sucesso total, Rhandy di Stéfano, ed. Elevação, 2ªed, 2000.

domingo, 5 de julho de 2009

ADOLESCÊNCIA: O Despertar da Identidade

Ana Beatriz Medeiros Brito

Adolescência, do latim adolescerê, significa brotar, fazer-se grande. Em geral acredita-se que o fenômeno da adolescência, é um processo de mudança e transformação que marca a passagem da infância para a fase adulta e em inúmeras tribos, podemos identificar ritos de passagem que simbolizam esta operação em caráter definitivo.
Existe, na literatura especializada, uma vasta bibliografia que busca definir a adolescência, contudo nela se encontra muitas controvérsias. Mesmo em termos de idade não existe um consenso, apesar de vários autores concordarem que a fase da adolescência inicia por volta dos 12 anos e termina por volta dos 18 anos.
Existem posições de autores que não privilegiam a idade como um critério exato e rígido que determina o referido período, para eles a adolescência não é uma fase natural do crescimento humano, ela diz respeito à um processo cultural e, assim tratada, pode ser considerada como um fenômeno moderno que surgiu e se desenvolveu nos EUA a partir do início do século XX.
O psicanalista francês Charles Melman (1996) nos lembra que a noção de crise associada a esse período de transição se encontra essencialmente em nossa cultura. Ele afirma que “não há nenhum sinal dela enquanto crise psíquica, nos textos das culturas gregas e latinas, onde seria um simples período de introdução a vida social”. Percebe-se que o processo de transição entre um mundo (infantil) e um outro (adulto) pode ser assinalado como um fenômeno característico das sociedades pós-industriais capitalistas. Nelas não encontramos ritos de passagem responsáveis pela demarcação de uma fase e outra. A ausência de cerimônias reguladoras, verificadas em sociedades menos evoluídas do que a nossa, certamente, favorece a crise psíquica que conhecemos na fase adolescente.
O fato é que todos esses posicionamentos podem ser questionados, mas a preocupação dos pais, educadores, psicólogos e outros que convivem e trabalham com jovens, embora diferente da de hoje, é milenar.
Na verdade a adolescência deve ser pensada em três condições: enquanto desenvolvimento biológico do indivíduo, aspectos psicológico, social e cultural.
Hoje, além das peculiaridades sabidas que sempre existiram nesta fase, percebe-se uma maior ênfase na baixa auto-estima, frágil internalização do referencial de autoridade, valores e limites e a falta de perspectiva frente ao futuro.
Nota-se que cada vez mais cedo, os jovens têm que se deparar e enfrentar o ingresso no mundo adulto, responder por seus atos como cidadão adulto. Assim, também cada vez mais cedo, precisam qualificar-se para o mercado de trabalho que vem se tornando cada vez mais exigente. Também se percebe que o envelhecimento está sendo postergado, existe uma grande valorização da adolescência e da juventude, como os grandes lugares de chegada e de permanência: crianças, especialmente as meninas, são convidadas, cada vez mais cedo a se tornarem adolescentes; jovens de 20 ou 24 anos prolongam sua permanência na vida da família de origem; adultos de todas as faixas de idade são estimulados a permanecerem eternamente jovens.
A mídia parece estar sendo a grande divulgadora desse acontecimento. A seu modo, é claro. E torna-se o poder mais influente no adolescente, nos dias atuais. Especialmente com a televisão, tem-se uma visibilidade do outro e de si mesmo que escapa ao controle dos sujeitos, e isso atinge fortemente o grupo adolescente e jovem, na medida em que é a ele que se destinam inúmeros produtos.
Entrevistando jovens que buscam vagas na empresa onde trabalho, observando jovens que freqüentam meu consultório e os próprios jovens da família, conversando com amigos que lidam com jovens, percebo o quanto falta de orientação e direção para o jovem de hoje, no sentido de crescerem naturalmente, aprendendo como conviver com cada etapa da vida de forma natural e do jeito que cada um percebe e vivencia essa fase.
Isso se mostra pela aparência de que lhes falta referencial: eles são completamente desatentos, desligados; às vezes, parece que não raciocinam; são inconseqüentes, desatenciosos com os mais velhos, uns com os outros e os meninos, até com as namoradas, não existe mais romantismo, gentileza, galanteios, conquista, o que conta é com quantas “ficaram” em uma festa e as meninas, por sua vez, têem dificuldade de dizerem não, não esperam por uma iniciativa ou dica dos meninos, entram na concorrência dos números em detrimento da qualidade, e se tornam imediatistas e vulgares. Extremamente consumistas, querem tudo que vêem na TV ou o que os amigos têm ou querem, sem saber se os pais podem ou não dar; pouquíssima noção de limites, autoridade não existe e se existe eles desconhecem ou são totalmente contra. É clara a inversão de valores, torna-se cada vez mais importante ter do que ser. Então, estão sempre insatisfeitos, angustiados ou de mau humor.
Portanto, a adolescência não é marcada somente por disputas, crises, mal-estares, angústias. Ao se aventurarem a abandonar a atitude infantil para ingressar no mundo adulto, há uma série de acréscimos no rendimento psíquico. As situações de confronto podem enriquecer a experência do adolescente ou podem tornar-se um desastre, depende de como forem vivenciadas. Quando o confronto ocorre de maneira saudável, o adolescente internaliza o valor desta experiência de forma positiva, o qual passará a fazer parte de sua identidade. Se o confronto for traumatizante, perderá seu valor e o processo todo perde sua função, dando lugar à mágoa e ao ressentimento que normalmente se descarregam sob a forma de agressão, raiva, disputa, etc.
As circunstâncias que envolvem conflitos, desentendimentos e brigas são absolutamente naturais nessa fase da vida e não há benefícios fugindo delas. Porém reações vivenciais não-normais e exageradas (neuróticas, ou seja, desproporcionais aos fatos que a desencadearam) sempre acabam sendo prejudiciais.
Por parte dos pais dos adolescentes de hoje, existe uma maior preocupação em relação às drogas, AIDS, assaltos, violência e gravidez não só das meninas, mas dos meninos que se tornam pais muito cedo; neste aspecto parece que hoje existe maior consciência dos pais no sentido de que a gravidez não é problema só para a filha, mas também para o filho. Também se preocupam em como trabalhar, para manter o que os filhos e o que eles mesmos querem, e se tornarem presentes para acompanharem e educarem melhor seus filhos e, mesmo os pais que têm tempo para ficar com seus filhos, tem muitas dúvidas de como deve ser esse estar junto, essa convivência, como educar na modernidade. Porque as mudanças acontecem em todas as etapas da evolução do ser humano.
Em síntese, pode-se dizer que a criança está cada vez mais só ou convivendo mais com crianças de sua idade do que com pai, mãe ou outro familiar adulto, pode-se também concordar com quem diz que o adolescente precisa de apoio e reconhecimento pessoal para crescer em um espaço de convívio coletivo com regras firmadas sobre valores éticos, construindo uma vida com dignidade e solidariedade.

REFERÊNCIAS:
Este artigo é resultado de observação, pesquisa na internet e leitura de artigos publicados no jornal Linhas, do Conselho Regional de Psicologia.

A PRESSÃO DAS PROVAS SELETIVAS

Ana Beatriz M. Brito

Ao longo de minha vida, tenho percebido situações onde é comum a tensão emocional aparecer e se instalar, uma destas situações são as provas seletivas, sejam elas vestibular, concursos ou entrevistas de seleção de pessoal para trabalho, e essa tensão não tratada, à cada prova fica mais forte, causando sofrimento e dificultando o sucesso das pessoas que a vivenciam.
A tensão que gira em torno das provas seletivas, ocorre devido a uma série de emoções que se misturam e se acumulam e têm as mais diversas causas.
As emoções mais freqüentes são: ansiedade, medo de não passar, culpa por não ter se dedicado por mais tempo aos estudos e muitas vezes uma imensa vontade de fugir, de desistir só para não enfrentar a possibilidade de fracasso.
A origem dessas emoções pode advir de diversos fatores, dentre eles:
1. A escolha da profissão ou faculdade a seguir. Muitos vestibulandos ou concursandos não têm certeza se fizeram a escolha certa, se é isso que querem fazer e, muitas vezes ainda, nem sabem bem o que o profissional da área faz, escolhem porque de alguma forma tiveram informações de que esta profissão dá um bom retorno financeiro.
2. A expectativa familiar também contribui. Muitos pais querem que os filhos sejam exemplos a serem exibidos para o resto da família, amigos e para o mundo. Estes, muitas vezes, não tiveram oportunidade ou se arrependem de não terem aproveitado as oportunidades que tiveram, então tentam se realizar no filho, que fica obrigado a satisfazer os desejos dos pais.
3. A baixa auto-estima. As pessoas que não se amam, por necessidade de se sentirem amadas e respeitadas, tentam satisfazer seu intento, mostrando-se boazinhas, fortes, inteligentes, importantes, e buscam isso tentando corresponder às expectativas dos outros de diversas formas, inclusive na profissão ou cargo buscado.
4. A cobrança familiar. Alguns pais torturam os filhos exigindo a compensação pelos “gastos” que tiveram com escolas, cursinhos, taxas, etc.
5. Autocobrança. Algumas pessoas, por infinitas razões, não se permitem errar, perder e exigem demais de si mesmas e situações de risco as abalam profundamente.
6. O sonho da estabilidade profissional e financeira. Os empregos cada vez mais raros e, principalmente, a instabilidade neles, fazem com que as pessoas se desestabilizem diante da oportunidade de um concurso público ou da escolha da profissão com maior probabilidade de lhe dar esta estabilidade. Este sonho faz com que apostem todas as suas fichas nesta oportunidade como se fosse um jogo de vida ou morte.
7. A concorrência. Com a crescente exigência do mercado de trabalho por maior e melhor qualificação, o número de candidatos por vaga nos vestibulares, para determinados cursos, é muito grande. A busca de um bom e estável emprego também lota os bancos de concursos públicos e as filas para provas de seleção de pessoal, quando há vagas para trabalho.
8. O uso de drogas psicoativas. Na esperança de aliviar a ansiedade e tensão, muitos candidatos fazem uso de drogas psicoativas, o que nem sempre dá certo, pois elas podem aliviar os sintomas existentes e desenvolver outros, tais como letargia (sono profundo), apatia, que torna o usuário mais lento ou euforia, dificultando a concentração e, para algumas pessoas, elas acabam intensificando os sintomas que já existem.
Tudo isso gera uma pressão interna muito grande, causando o stress e fadiga emocional e psicológica, que cria uma confusão mental dificultando o aprendizado e inibindo a memória, causando o famoso branco na hora da prova e um sofrimento quase insuportável que pode se prolongar e vir a trazer sintomas físicos (somatização).
Para facilitar este processo e manter a saúde física e emocional, existem algumas alternativas importantes:
1. Saber o que realmente quer. Buscar informações com profissionais da área de interesse para conhecer melhor as tarefas e atribuições inerentes à profissão, freqüentar feiras de profissões, fazer orientação profissional com um profissional capacitado.
2. Estar focado no que quer. Ter em mente o que quer para si no futuro, o seu sonho.
3. Estudar. Aceitar que para chegar onde quer, precisa dedicar-se, abrir mão de alguma coisa, investir por um tempo para obter a tão sonhada gratificação, para isso é necessário que o objetivo seja realmente interessante e importante.
4. Manter-se sereno. Estar tranqüilo para que sua mente possa ocupar-se somente com a realização da prova a qual irá submeter-se, poder raciocinar, lembrar dos conteúdos estudados e colocar seu conhecimento a seu serviço, na obtenção de um bom resultado.
Sei que às vezes é fácil falar e difícil colocar em prática. A família pode ajudar bastante sem cobranças, apenas apoiando, incentivando e demonstrando confiança.
Mesmo tendo estudado o suficiente e consciente de todas estas dicas, manter a tranqüilidade pode ser bem difícil e deve-se lembrar que esta é a principal competência que alguém precisa ter ou desenvolver para participar de uma prova seletiva, mas nem sempre consegue sozinho. Uma boa terapia individual ou de grupo pode ser a solução.

EMPREGABILIDADE

Ana Beatriz M. Brito

Desde muito tempo, lembro de ouvir as pessoas falarem da dificuldade de conseguir emprego, dizem que empregos são cada vez mais raros, não existe empregos para quem tem pouca ou nenhuma experiência, que as empresas não querem dar emprego para pessoas com mais de quarenta anos, enfim, as queixas nesta área são inúmeras.
Trabalho com Recrutamento e Seleção e com Treinamento e Desenvolvimento de pessoal desde o ano de1983, o que percebo é que o mercado de trabalho realmente mudou bastante, principalmente em alguns setores produtivos, que adquiriram uma tecnologia que reduz o serviço braçal, mas em contrapartida empregam mais pessoas qualificadas para lidar com essa tecnologia e a oferta deste pessoal qualificado ainda é bem restrita. A área de comércio e serviços também cresceu bastante em Pelotas, então vagas para trabalhar em empresas ainda existem, e nestes setores a exigência, hoje, é mais no sentido de atender bem ao consumidor com maior consciência de seus direitos e, portanto, bem mais exigente com a qualidade de atendimento.
Na realidade, quando o mercado de trabalho oferece uma vaga, por mais que no anúncio estejam discriminados os requisitos, o número de candidatos é assombroso, mas os currículos que apresentam a qualificação exigida são raros, o que já começa a mostrar a dificuldade das pessoas para reconhecerem suas capacidades e limitações, enviam o currículo para qualquer vaga e “se colar, colou”. Mas, é no momento da entrevista que o selecionador percebe o maior despreparo dos candidatos, que não conseguem nem se comportar de forma adequada neste momento.
Por mais incrível que possa parecer, a maior dificuldade no momento da seleção para uma vaga de emprego ou até mesmo para promoção dentro da empresa, não é a qualificação técnica, mas o despreparo dos candidatos no que tange à “competências pessoais”, que começa pela forma de vestir, maneira de se comportar e segue até postura e atitude diante da própria carreira, do mercado de trabalho e da vida.
Empregabilidade é a capacidade de cuidar da própria carreira, tornando-se o profissional que toda empresa quer ter em seu time. Quem tem empregabilidade não tem medo de perder o emprego, de explorar novas possibilidades, de sustentar opiniões contrárias às do chefe, tem o direito de escolher seu próximo passo na carreira.
Mas lembre-se, a qualificação técnica, sua formação na profissão escolhida, línguas, cultura geral não é tudo, isto está à disposição de todos nas mais diversas escolas e universidades espalhadas em nossa cidade e no país, o que faz a diferença é o que você busca por você mesmo, o desenvolvimento das suas habilidades pessoais para lidar com pessoas, trabalhar em equipe, comportamento ético, capacidade de iniciativa e liderança, solidariedade, são as principais e também não se encontram a venda, isso já nasce com a pessoa, lhes é ensinado em casa desde o berço, ou você desenvolve por conta própria ou com a ajuda de uma boa psicoterapia ou de um bom coach, que podem ser feitos tanto individual como em grupo.

O Prazo de Validade dos Relacionamentos

Ana Beatriz M. Brito
Vivemos na era do prazo de validade e tenho me perguntado se relacionamento tem prazo de validade, pois tenho lido e escutado esta afirmação e me dou conta que alguns tipos de relacionamento o têm.
Todos os relacionamentos baseados em interesses duram até que deixem de servir, como: aluno e professor, empregado e patrão, entre colegas de aula que usam a inteligência e dedicação do outro para poder passar de ano, colegas de trabalho que necessitam manter aparências para poderem manter-se em seu trabalho, falsos amigos, relacionamentos íntimos baseados na sedução e paixão ou em interesse financeiro, relacionamentos em que falta maturidade e sobram imediatismo, intolerância, arrogância e vítimas.
E quem são as pessoas que se submetem a este tipo de jogo?
Na maioria dos casos, pessoas que desde criança vivem sem limites na rua, sem família, outras desde muito cedo aprenderam em casa que tudo e todos servem para satisfazer suas necessidades ou desejos e depois podem ser descartados. Crianças que mesmo ouvindo seus pais fazer discursos fervorosos sobre ética, moral, solidariedade e como devem se comportar, os assistem inventando desculpas, mandando mentir que não estão, falando mal de outros em sua ausência, burlando leis ou ainda crianças que tem todos os bens materiais que sequer pudessem imaginar que existissem, mas que não têm a presença, a atenção e, muito menos, o carinho dos pais, que cada vez mais trabalham para manter um certo status social, aparentar mais do que são, ou para compensar através do consumismo, a falta de sintonia consigo mesmo, com sua essência, que os faz sentirem um vazio que não sabem de que, abrindo mão do ser para ter. E isso se reflete em todos os seus relacionamentos.
Estamos vivendo num mundo de incertezas, de valores invertidos, tudo o que é importante como honestidade, auto-respeito, respeito ao próximo, consideração, lealdade, afeto, educação ao se dirigir a outras pessoas, principalmente mais velhas, virou coisa do passado, “não tá com nada”. Agora é cada um por si e os outros, só se e enquanto trouxerem vantagens.
Às vezes me percebo a pensar até onde o ser humano que existe dentro de cada um, agüentará essa situação, esse descaso e, pior ainda, a agressividade e a violência das autoridades que atiram para matar, sem olhar a quem, e dos jovens que matam seus pais, avós e seus próprios filhos. Quem são ou serão as crianças que assistem e vivenciam isto? Se cada vez mais rápido as coisas pioram, onde chegaremos?
Sabe-se que existe uma minoria que já está fazendo uma caminhada na busca de aprimorar-se para aprimorar nosso mundo. Benditos sejam, pois só com a vivência, o exemplo, se consegue sucesso nessa busca.
A humanidade precisa rever seus conceitos - começando em casa - levantar a bandeira dos verdadeiros valores universais com coerência e congruência, apaziguar sua alma libertando-a de tudo que não seja de sua natureza como pensamentos, crenças e emoções negativas, dando-lhe o único alimento que sacia sua fome e a nutre: o puro amor, a integridade do ser, a retidão de caráter, para que assim, possamos passar aos nossos sucessores um mundo melhor, de pessoas honestas, justas e solidárias onde o amor e a amizade sejam verdadeiros e tenham a eternidade como prazo de validade.

QUALIDADE DE VIDA x PRODUTIVIDADE

Ana Beatriz Medeiros Brito

Já há bastante tempo digo que: “Trabalho para ter Qualidade de Vida”, percebo o tempo passar cada vez mais rápido. Sento na frente do computador para fazer alguma tarefa ou, até mesmo, para ler meus e-mails e o tempo voa. Se chega uma pessoa para falar de qualquer outro assunto, parece que perdi um enorme tempo, às vezes chego à pensar que eu é que estou lenta e me pego pensando: “Quando vou conseguir fazer tudo no meu tempo? O que realmente é perda de tempo?” E me dou conta que sempre dá tempo.
Já ouvi muitas pessoas falando de “Qualidade de Vida” como se isso dependesse de outras pessoas (familiares, amigos...), da empresa em que trabalham ou do governo, não se responsabilizam por nada que lhes acontece, vivem à mercê de expectativas. O que realmente é Qualidade de Vida? Como conseguir essa condição tão comentada e desejada?
Na Empresa em que trabalhei, no consultório, na roda de amigos, na rua, vejo o corre-corre das pessoas, leio e ouço os grandes papas da administração falarem de globalização, corporativismo, sinergia e outros, é a totalidade em detrimento da unicidade. Mas o “Ser Humano” não é especial, único?... Sim, é verdade, e também necessita da convivência e parceria, porém, antes, precisa ser reconhecido e tratado como único, precisa cres-cer (SER), para então poder compartilhar o que tem de melhor.
Para atender as exigências de mercado, o profissional precisa estar muito bem preparado, isto é, formado e informado. Para isso as pessoas são incentivadas à correrem cada vez mais atrás dessas exigências que por trás exigem muito trabalho para poderem pagar toda essa qualificação indefinida, para concorrer brutalmente com qualquer um para ser o melhor para alcançar um futuro melhor, sem saber muito bem o que é esse melhor e como atingir essa exigência nada clara. Então entram em um imenso stress e, muitas vezes, chegam aos consultórios em desespero por nunca atingirem seus objetivos e, principalmente, por terem saído de seu estado natural, se desestruturado sem saber o porquê e se realmente valeu a pena. Vivem se preparando para o futuro sem viver o PRESENTE e o resultado é a miséria.
Dos “Programas de Qualidade”, aderidos pelas mais diversas empresas, o “Do It Now” (Faça Já) com uma preocupação muito maior com o crescimento da organização do que o do “Ser Humano” e suas necessidades, limitações. Limitações sim, ou todos ou, pelo menos, a grande maioria ou aqueles que criticam, já ascencionaram?
Recebo e-mails falando da aceleração do tempo, que já não temos mais tempo e, ao mesmo tempo recebo outros questionando a "pressa" e a "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser", como um que recebi há bastante tempo de um amigo, com o título de “Slow x Fast”, de autor desconhecido, mas que fala justamente de um assunto bem conhecido para mim.
Concordo plenamente com o autor quando diz que: “...essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress". Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer e das pequenas comunidades. Do "local", presente e concreto, em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé”. Acrescento aqui, solidariedade, atenção e consideração com o próximo, percebo que estamos carentes disso.
“Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo, onde seres humanos felizes fazem, com prazer, o que sabem fazer de melhor.” Diz o autor da mensagem.
À cada curso que faço e coloco em prática, como “Programação Neurolinguística” (PNL) com sua tecnologia avançada, objetiva e prática para realizar mudanças úteis para nós mesmos, e o “Coaching Integrado”, mais recente e tanto ou mais objetivo ainda, entendo e aceito a ideia de que é possível fazer ligação destes dois estados (Qualidade de Vida e Produtividade), pois aprendo como fazer e ajudar as pessoas a unirem o útil ao agradável em tempo curtíssimo, isto é trabalhar-nos para sermos o melhor conseguindo agilidade como competência para aumentar a qualidade de vida, tirar o melhor da vida, realmente ser feliz. Começando no agora (PRESENTE) para frente, parar de perder tempo com o que passou, assumindo a responsabilidade pela própria vida e resultados.
A PNL é um estudo das experiências internas, que oferece um meio de autoconhecimento, acesso e desenvolvimento do potencial criativo, estuda como a mente trabalha e pode ser entendida como um sofisticado processo educacional. Ela permite às pessoas aprenderem a usar seu cérebro e suas palavras, a comandar suas reações e a administrar suas forças e recursos pessoais, alocando-os nos momentos e contextos desejados; mudança de crenças e valores, alinhando-os com seus objetivos. É a ciência que permite a adequação dos processos mentais às metas pessoais.
Uma das técnicas da PNL é a Terapia da Linha do Tempo, que nos permite eliminar emoções negativas, definir objetivos e colocá-los no futuro; é uma das mais eficientes e eficazes técnicas de Psicoterapia breve.
“Coaching é um processo focado em ações do coachee (cliente) para a realização de suas metas e desejos. Ações no sentido de desenvolvimento de suas próprias competências, equipando-o com as ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandir, usando: 1. O processo de investigação e reflexão; 2. Descoberta pessoal dos pontos fracos e das qualidades; 3. Aumento da consciência de si; 4. Aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida; 5. Estrutura do foco; 6. Feedback realista; 7. Apoio.” (Rhandy di Stéfano)
O coaching integrado é a integração do melhor de várias escolas de coaching e habilita o profissional (coach) a trabalhar com os mais diversos tipos de coaching existentes: Coaching Executivo (desenvolver liderança e competências profissionais); Coaching Racional (minimizar emoções negativas); Coaching de Adversidade (lidar eficientemente com adversidades); Flow (Fluir gerar Qualidade de Vida); Peak Performance (alto desempenho); Coaching Pessoal (superar limites auto-impostos); Inteligência Emocional (desenvolver competências emocionais).
A diferença entre Coaching e Psicoterapia:
Psicoterapia - ajuda as pessoas a atingirem seus objetivos a partir da resolução de traumas. Foco na resolução do trauma que causa a dor, na resolução do passado.
Coaching - foco em ajudar pessoas a avançar em direção às suas metas mais importantes, conduzindo-o ao desenvolvimento das competências necessárias para realizar seus objetivos. O foco é nas possibilidades futuras e como transformá-las em realidade.
O mais importante de tudo isso é saber que para tudo e para cada pessoa tem uma forma mais apropriada, é só uma questão de consciência, vontade e opção, pois as ferramentas para fazer acontecer, o universo se encarrega de oferecer, basta apanhá-las e usá-las, pois o conhecimento por si só não resolve nada, para que dê certo é necessário colocá-lo em prática.

AS EMOÇÕES NA SUA VIDA

Ana Beatriz Medeiros Brito

Algumas pessoas, por temerem a intensidade da sensação de incapacidade, tristeza, mágoa e rejeição, passam pela vida pisando em ovos, como se diz popularmente, tentando evitar sentimentos perigosos. Nesse processo deixam de experimentar muitas coisas valiosas da vida como: discutir com o companheiro, visitar um amigo deprimido, desafios profissionais, entre outros.
Outras pessoas, por sentirem medo, incapacidade e dúvida, ficam impedidas de tomar uma decisão e correr um risco, assim, jamais conseguem expressar seu potencial; estão como que paralisadas. Exemplos disso são o do homem que ao perder o emprego, entra em depressão profunda e perde oportunidades valiosas de se estabelecer em um novo emprego ou mercado, o da mulher que separada do marido, sente-se incapaz de refazer sua vida e entrega-se ao desleixo, apesar de ser bonita, atraente e inteligente e o adolescente que temendo fracassar ou fazer um papel ridículo, deixa de aprender novas habilidades como: dançar, falar em público, desenhar.
Muitas pessoas são abatidas por suas emoções de forma arrebatadora, pois são afastadas dos pensamentos ou atividades em que estavam envolvidas e, finalmente, elas desistem de atingir seus objetivos.
Outras pessoas, ainda, deixam-se seduzir pela sensação de conforto que algumas poucas emoções familiares lhes trazem e, com isso, deixam de experimentar uma gama de emoções novas, tornando suas vidas profundamente empobrecidas.
Há pessoas que são escravas das emoções de outras pessoas. Se o marido, o filho, a amiga estão felizes e tranqüilos, ela também está. Seu equilíbrio emocional depende do humor dos outros.
Em seus esforços para eliminar a dor de certas emoções desagradáveis ou para conseguir um estado de prazer, algumas pessoas tornam-se escravas das drogas ou adquirem alguma doença fisiológica; pois está clinicamente provado que muitas doenças fisiológicas são o resultado da sujeição crônica a emoções como medo, humilhação, preocupação, raiva, sensação de incapacidade, desamparo, entre outras. Depois de certo tempo, essas emoções podem gerar níveis perigosos de stress, que levam à pressão alta, úlceras, doenças cardíacas e outros distúrbios degenerativos.
Leslie, Bandler e Michael, em seu livro “O Refém emocional”, dizem que essas pessoas tornam-se refém de suas emoções e como tais, passam grande parte de suas vidas a serviço de suas emoções, sacrificando suas vidas pelas emoções, em vez de colocar as emoções a serviço de suas vidas.
O sentimento de uma pessoa afeta seu comportamento e vice-versa, mas ainda assim podem ser distintos e podem ser bem diferentes em determinado momento.
Uma emoção é uma reação de sentimento completa. Emoções são sensações mais intensas, por isso mobilizam mais que os sentimentos, estes mobilizam menos por serem sensações de menor intensidade.
Pode-se classificar as emoções em categorias amplas, como: “positivas”, “negativas” e “Agradáveis” e “desagradáveis”. Entretanto é bom que fique claro que as classificações não são, por si só, emoções e reconhecer emoções não é tão automático e óbvio quanto se poderia pensar, mas para que se possa fazer escolhas emocionais, é necessário ter uma maneira de reconhecer as emoções que se apresentam em cada momento.
As emoções são reações subjetivas. As emoções são diferentes das sensações corporais que podem estar acontecendo no mesmo momento. As emoções são diferentes dos comportamentos que ajudam a gerar. As emoções são diferentes dos julgamentos de valores que fazem sobre elas.
Mesmo que uma emoção pareça muito desagradável, ela é válida enquanto sinal. Isto é, mesmo as emoções mais desagradáveis têm atributos funcionais que podem ser úteis se reagirmos a elas como sendo mensagens importantes sobre as nossas necessidades. O primeiro passo para usar as emoções é reconhecer seus avisos. O segundo é reagir de forma adequada à mensagem. examinemos alguns exemplos:
- O atributo funcional do arrependimento indica o que poderia ou deveria ter sido feito de forma diferente em uma situação do passado.
- O atributo funcional da culpa ou vergonha é assinalar que a pessoa violou um padrão pessoal e é necessário assegurar-se para não repetir o mesmo erro no futuro.
- O atributo funcional da ansiedade, que é similar ao medo, nos faz sentir que há algo no nosso futuro para o qual precisamos nos preparar melhor.
- O atributo funcional do ciúme mostra à pessoa que ela está achando que sua felicidade emocional está em perigo e que é necessário fazer algo a respeito.
- O atributo funcional da opressão, sinaliza que precisamos reavaliar e estabelecer prioridades para as tarefas que queremos nos impor, pois opressão geralmente resulta da tentativa de atingir objetivos muito importantes ou numerosos num período limitado.
- O atributo funcional da raiva informa que precisamos fazer algo para evitar que a nossa felicidade seja prejudicada, ou impedir que isso venha a acontecer no futuro.
O atributo funcional é o ponto chave da utilização da emoção, pois no momento que é especificado em uma emoção em especial, imediatamente a transforma em um investimento valioso, que deve ser usado. O atributo funcional de uma emoção desagradável especifica o que é necessário fazer para reagir de forma adequada àquela emoção.
Portanto, precisa-se lembrar que as emoções desagradáveis só são úteis quando bem utilizadas, se não são bem utilizadas, tornam-se negativas.
Uma das formas de utilizar as emoções desagradáveis ou negativas pode ser canalização. Pôr exemplo, o medo - em vez de tentar sufocá-lo, observe-o, caminhe em sua direção. Você ficará cada vez mais apavorado, até que, num dado momento, ele desaparecerá porque não existe, é um fantasma. A tristeza - utilize-a para escrever poesias ou pintar, ela é uma tremenda energia inspiradora. A raiva - empregue-a naquele afazer que sempre relegou à segundo plano, é uma grande energia de vontade. A angústia - é uma grande energia purificadora, como as chamas do inferno. Quando você aceita a angústia, ela queima a cauda, e quando chega o momento do fato, ele nunca acontece.
Na Terapia Linha do Tempo, criada por Tad James, trabalha-se neutralizando as emoções negativas através do aprendizado e limpeza do acúmulo, e reconhece-se como emoções negativas básicas, a raiva, a tristeza, o medo, a mágoa e a culpa.
Toda emoção é importante porque é uma reação normal do organismo, de proteção, de defesa. Mas quando há um acúmulo desta emoção - porque não foi convertida em aprendizado - o nosso organismo se enfraquece e começa a adoecer.
As emoções desagradáveis ou negativas, se estabelecem quando passamos por experiências com as quais não aprendemos, então o inconsciente, que tem como missão principal preservar nossa integridade física, reprime as memórias com emoções negativas e libera a emoção como um aviso de que ainda não aprendemos o suficiente para vivenciarmos experiência semelhante, daí então, além de nos avisarem que precisamos aprender sobre algo, também nos impedem de atingir nossos objetivos, de acordo com sua carga e conteúdo.
Sabe-se, também, que reprimir emoções negativas é a maior causa das doenças psicossomáticas, que muitas vezes explodem da pior forma possível. Experiências comprovam que o acúmulo de raiva pode causar ataque do coração; a tristeza enfraquece o sistema imunológico e causa depressão; em conseqüência do medo, aparece o stress excessivo, DSPT (Distúrbios de stress pós traumáticos); a culpa diminui a energia de cura e impede a pessoa de se sentir merecedora; o conflito ou mágoa não elaborada, volta-se para o interior da criatura, alojando-se em determinado órgão e produzindo somatizações, notadamente , na formação de displasias e tumores.
Portanto é importante lembrarmos que as emoções negativas são uma ilusão, um fantasma e, por isso, precisam e podem ser neutralizadas para que apareça a única verdadeira e real emoção que é o amor, que abre caminhos e nos ajuda a despertar nossa força criativa para a concretizar nossos sonhos.



Bibliografia:
O Refém emocional
Terapia da Linha do Tempo
Apostila do Curso TLT

terça-feira, 2 de junho de 2009

RELACIONAMENTO AFETIVO-AMOROSO

Ana Beatriz M. Brito

Escuto muito as pessoas falarem de dificuldade em conseguir e/ou manter um bom relacionamento afetivo-amoroso.
As mulheres queixam-se: "Não existem mais homens bons para se relacionar" "Os bons estão todos comprometidos" "Eu não consigo arrumar namorado" "Meus relacionamentos nunca dão certo".
Os homens, por sua vez, também reclamam ou das atuais companheiras ou da falta de alguém legal para se relacionarem.
Relacionamento é o ato ou efeito de relacionar ou relacionar-se. É convivência. Conhecimento recíproco entre pessoas. É um verdadeiro exercício da inteligência, pois exige análise e dedicação constantes.
Através do relacionamento com nossos pais, professores, amigos, familiares, e amantes, aprendemos e nos tornamos quem somos. Além disso, ao longo de nossas vidas, também mantemos um relacionamento conosco mesmos e, da qualidade deste relacionamento, dependem nossas relações com as outras pessoas. Nossa felicidade e qualidade de vida estão diretamente relacionadas à forma como nos relacionamos.
Embora qualquer ser humano possa ter uma vida completa sozinha, a maioria das pessoas precisa e busca um relacionamento que dê certo para que este seja a base de sustentação sobre a qual construirá o resto de suas vidas. Para muitos, amor, companheirismo, parceria, confiança e intimidade são tão vitais quanto a água e o ar.
Mas o certo é que os requisitos para um bom relacionamento são diferentes para cada pessoa, então todos os relacionamentos são diferentes, pois vivemos no mesmo mundo, no entanto o percebemos e experenciamos de maneiras diferentes devido a variedade de vivêncas, crenças e expectativas que temos.
Algumas pessoas, em busca de um bom relacionamento, acabam construindo verdadeiro inferno em sua vida e na de seu parceiro. Procuram em cada pessoa que se relacionam um complemento para si próprias. Acreditam que o relacionamento perfeito é aquele em que um completa do outro e assim, levadas pela carência afetiva e/ou sentimento de rejeição, criam uma relação de dependência sufocante para si e para o parceiro que não tenha a carência correspondente ou complementar que feche a corrente. As queixas mais comuns são: “Ele não me faz feliz” “Não sei viver sem ela” “Só vou ser feliz quando ele...”
Vale lembrar que um relacionamento baseado em dependência é insano, pois mostra a falta de inteireza dos relacionados e isso é ilustrado pelas expressões: “metade da laranja” “cara metade”...
Uma relação afetivo-amorosa saudável e completa é aquela onde duas pessoas inteiras se unem para compartilhar e somar, não porque dependem um do outro mas porque sentem prazer em estarem juntas, em conversar, conviver, compartilhar idéias e planos, enfim, uma relação em que as duas pessoas caminham juntas na mesma direção.
Outras pessoas fazem seu inferno mantendo uma relação de ciúme infundado e doentio, fruto do medo ou pânico da perda, baixa auto-estima e poder pessoal, que gera insegurança e ansiedade obsessiva chegando à violência e consequetemente às portas das delegacias ou até às selas dos presídios.
As pessoas costumam dizer que o ciúme é o tempero do amor. Será? Ou isso é uma desculpa para sua insegurança e falta de confiança em si mesmo e no outro?
A função essencial do ciúme, quando existe alguma real situação de perigo, é comunicar ao outro a possibilidade de ameaça afetiva, mas toda relação tem risco e a pior resposta ao ciúme é a rejeição a esse sentimento, pois o ciúme mais intenso gera magoa no outro que responde ainda mais ofendido. Este clima emocional de ciúme e mágoa cresce e torna a relação muito difícil. Entretanto, é o equilíbrio da relação que está em jogo, não necessariamente a sanidade das pessoas.
As melhores respostas aceitam o sentimento de ciúme do outro, de modo a que as duas pessoas possam refletir sobre si mesmas discutir juntas a real possibilidade do risco da relação. Isto geralmente produz um clima de concordância possibilitando o equilíbrio e a continuidade de um bom relacionamento afetivo.
As pessoas poderão aprender a considerar com naturalidade os riscos do relacionamento sinalizados pelas emoções e essa perderão a intensidade que incomoda.
Algumas mulheres, ainda, buscam o príncipe encantado, montado no cavalo branco cheio de amor e principalmente dinheiro, pronto para satisfazer todos os seus caprichos - esquecendo até da famosa luta pela igualdade de direitos entre mulheres e homens - e alguns homens buscam a virgem cinderela com seu pezinho delicado, mas muita força para fazer o trabalho pesado, satisfazer os seus desejos e aguentar as intempéries de humor do príncipe mimado. Estes esquecem de olharem-se no espelho para descobrirem que não são tão aristocratas assim e que podem decepcionar príncipes e princesas vindos de outros castelos - ninguém é perfeito.
Outras pessoas, ainda, buscam um relacionamento cheio de paixão e tesão eternos, que movimentem suas vidas, que apague todas as outras necessidades, que as motivem e impulsionem para frente. Pobre do parceiro, quanta responsabilidade! Não se dão conta que o sexo é somente um complemento de uma relação saudável e feliz e que essa mesma paixão e tesão impulsionadora pode ser encontrada em qualquer área da vida. A empolgação pelo sexo não compensa a falta de dinheiro, amizade, realização profissional, por exemplo. Então primeiro devem, através do autoconhecimento, descobrir em que área está a sua carência e resolvê-la.
Nossa vida não se resume só em relacionamento afetivo, existem outras áreas que precisam de nossa atenção para o seu desenvolvimento e nosso funcionamento perfeito, é como se cada área fosse uma engrenagem de um único sistema que trabalha para nossa evolução e felicidade.
Pode-se dividir esse sistema nas seguintes áreas (engrenagens): Lazer/Recreação, Profissional, Financeira, Relacionamento íntimo, Relacionamento Social, Espiritual, Família, Saúde Física, Saúde Emocional e Intelectual.
Todas essas áreas têm igual importância, mas, às vezes, por não olharem para si mesmos, as pessoas não se conhecem, cuidam muito de uma área em detrimento de outras e acabam fazendo com que essa que não está sendo atendida, enfraqueça as que são mais trabalhadas, assim essas pessoas se descompensam e buscam essa compensação na relação afetiva, exigindo do parceiro o que ele não lhes pode dar, por mais que se esforce.
Também já vi bastante a busca pela “alma gêmea”, por parte dos equivocados que pensam que “alma gêmea” tem que ser seu par romântico e perfeito, quando pode ser qualquer pessoa de suas relações ou não. E tenho visto casamentos de anos infelizes ou desfeitos porque, principalmente a mulher, desconfia que seu parceiro não é sua “alma gêmea”.
O que as pessoas precisam dar-se conta é que o relacionamento ideal, aquele recheado de amor, companheirismo, parceria, confiança e intimidade, não tem base na paixão/tesão, obsessão, dependência, cobrança e esperança que um dia ele ou ela mude e se transforme naquele(a) que eles querem para si. O bom relacionamento é o construído no dia-a-dia pelos dois membros do casal, com diálogo baseado na autopercepção, conhecimento do outro, respeito, flexibilidade e aceitação das diferenças individuais, percebendo e aceitando as mudanças que vem com o passar dos anos, isto é, maturidade e boa convivência, apesar das diferenças, das adversidades e das outras pessoas.
O que muitas pessoas buscam em seus parceiros é o que deveriam buscar dentro de si mesmos, através do autoconhecimento, desenvolvimento de auto-estima e poder pessoal para evoluirem e tranformarem-se em pessoas maduras, prontas para viverem um bom relacionamento. E isso, muitas vezes, só é possivel encontrar através de uma boa terapia.

domingo, 3 de maio de 2009

Nossas Crenças x Nossas Realizações

Psic. Ana Beatriz Medeiros Brito

Nossas crenças influenciam profundamente nosso comportamento, elas são uma parte importante de nossa personalidade e a base das nossas realizações pessoais; é difícil aprender ou fazer alguma coisa sem acreditar que ela será importante, prazeirosa e útil.
Crenças são filtros inconscientes de nossa realidade, são princípios orientadores, mapas internos que usamos para dar sentido ao mundo; o que acreditamos forma nossa realidade. As crenças são expressas em termos muito simples como: “Se eu fizer... acontece...“, “Eu posso...”, “Eu não posso...”, o que se traduz em: “Eu devo...”, “Eu tenho que...”, “Eu não tenho que...”.
As crenças nascem de muitas fontes: de nossa educação, de exemplos de pessoas importantes, de traumas passados e de experiências repetidas. Criamos crenças através da generalização de nossa experiência do mundo e de outras pessoas. Algumas crenças vêm da cultura e do ambiente em que nascemos e vivemos. As expectativas das pessoas que são importantes para nós criam crenças, por isso, precisamos tomar cuidado com as nossas crenças em relação aos outros, como agimos, o que dizemos, principalmente para as crianças, isso gera crenças nelas. Ex: Se repetirmos para uma criança, adolescente ou até um adulto: “Você está sempre atrasado...”, “Você nunca consegue... “, “Coitadinho... ele tem dificuldade de...”, “Você é inteligente, tenho certeza que se sairá bem.”, ela pode acreditar e se tornar isso.
“Em uma pesquisa, uma turma de crianças de idêntico QI foi dividida em dois grupos. Os professores foram avisados de que um dos grupos tinha um QI mais alto e que, portanto, devia se sair melhor do que o outro. Embora a única diferença entre os dois grupos fosse a expectativa dos professores (uma crença), o grupo supostamente dotado de QI mais alto obteve melhores resultados em testes posteriores.” (Joseph O’Connor e John Seymour)
Então, de acordo com as experiências de cada pessoa, ela vai ter crenças que a limitam e crenças que a impulsionam para atingir seus objetivos.
Quando acreditamos em alguma coisa, agimos como se isso fosse verdade e é difícil provar o contrário porque as crenças atuam como filtros perceptivos muito fortes. Os acontecimentos passam a ser interpretados com base nessa crença, e as exceções só servem para confirmar a regra. Ex: Se uma mulher acredita que quando tropeça numa pedra é porque tem alguém querendo roubar seu namorado, quando isso acontece ela fica furiosa e já começa a procurar em suas relações a “desgraçada” que seria capaz disso. E faz tudo (processo inconsciente), para que isso se realize e dê suporte à sua crença.
Nosso comportamento mantém e reforça a regra. A crença não é só um mapa do que aconteceu, mas também um esboço para futuras ações.
Crenças positivas funcionam como uma autorização para colocar em prática nossas capacidades. As crenças criam resultados. Há um provérbio que diz: “Quer você acredite que pode ou não pode fazer algo... você está certo.”
Geralmente as crenças limitadoras envolvem a frase: “Eu não posso...” Se acreditamos que a frase “não posso...” descreve nossa capacidade presente e futura - em vez de ser apenas a descrição do nosso comportamento atual - estaremos programando nosso cérebro para fracassar, o que nos impede de descobrir nossas verdadeiras capacidades.
Os sistemas de crença são a grande moldura de qualquer trabalho de mudança, por isso às vezes torna-se tão difícil mudar um comportamento, uma reação ou atingir um objetivo, não acreditamos que é possível. E a simples mudança de crenças sempre faz com que o comportamento se modifique.
De todas as crenças que você formou, a maioria é boa, talvez 90% e você seria um tolo se as mudasse, como por exemplo: “As pessoas não devem mentir, colar e roubar.” “As pessoas devem se amar.” “Trabalho e lazer são benéficos.” “É fácil ganhar dinheiro, basta se dispor a isso.”
Mas muitas pessoas têm algumas crenças que acabam com suas chances de serem felizes, pois, com freqüência, as causas de insucessos encontram-se em crenças negativas, como por exemplo, quando acreditam que os outros são os responsáveis por seus resultados, como: “Se meu marido conversasse mais...” “Se ao menos meus filhos cooperassem...” “Se minha mulher fosse mais afetiva...”, ou crenças do tipo: ”Dinheiro não traz felicidade.” “É muita areia para meu caminhãozinho.”, entre outras.
A melhor maneira de descobrir do que somos capazes é fingir que podemos fazer qualquer coisa. Aja “como se” você pudesse, o que não puder fazer, realmente, você não fará.
As crenças não nascem conosco, elas mudam e se desenvolvem. Então podemos escolher nossas crenças, deixando de lado as que nos limitam e criando outras que tornarão nossa vida mais prazeirosa e mais eficiente.

Para mudar uma crença é preciso:
1) Acreditar que é possível mudar.
2) Ser congruente com o objetivo desejado
3) Saber como proceder
Procedimentos para mudar uma crença:
1) Identificar o estado desejado - nosso objetivo, onde quer chegar.
2) Identificar as crenças que tem em relação à esse objetivo (identificar as que favorecem e as que limitam)
3) Identificar crenças substitutas mais úteis
4) Utilizar técnica para mudá-las.
Os criadores da programação Neurolinguística, desenvolveram diversas técnicas para que você possa, de maneira rápida e segura, identificar, criar e mudar as crenças que você desejar.

sábado, 2 de maio de 2009

Programação Neurolinguística

A Programação Neurolinguística – PNL – representa uma atitude e uma maneira de estar no mundo, que não podem ser transmitidas simplesmente num texto. É um modelo de como as pessoas estruturam sua experiência. É uma maneira de entender e organizar a fantástica e bela complexidade do ser humano.

Definida como sendo a ciência e a arte de aliciar a excelência do ser humano, pois auxilia o homem a utilizar seu cérebro de maneira favorável para alcançar os resultados que deseja; a PNL é um sistema para descobrir, compreender e utilizar comunicações que produzem mudanças positivas e de crescimento pessoal. “A PNL é um manual de instruções do cérebro humano”, como define Richard Bandler.

É uma disciplina distinta que se desenvolveu a partir da Psicologia, da Lingüística e da Neurofisiologia, evoluindo para um modelo próprio. Fundamentada sobre a prática, fornecendo ao seu usuário um conjunto de poderosas ferramentas da comunicação, da mudança e da pesquisa sobre comportamentos, que podem ser aplicadas eficientemente em qualquer interação humana, portanto em qualquer contexto, para melhorar a comunicação com as outras pessoas e consigo mesmo, a PNL pode ser vista como um caminho para o autoconhecimento e evolução.

Programação Neurolinguística quer dizer: PROGRAMAÇÃO – processo de organizar os componentes de um sistema para alcançar resultados específicos. NEURO – sistema nervoso, através do qual a experiência é recebida e processada através dos cinco sentidos (visão, audição, tato, olfato, gustação). LINGÜÍSTICA – linguagem e sistemas de comunicação não verbal, através dos quais as representações neurais são codificadas, ordenadas e recebem significado. Incluem imagens, sons, sensações/ sentimentos, sabores, odores, palavras.

A PNL é um estudo das experiências internas, que oferece um meio de autoconhecimento, acesso e desenvolvimento do potencial criativo, estuda como a mente trabalha e pode ser entendida como um sofisticado processo educacional. Ela permite às pessoas aprenderem a usar seu cérebro e suas palavras, a comandar suas reações e a administrar suas forças e recursos pessoais, alocando-os nos momentos e contextos desejados. É a ciência que permite a adequação dos processos mentais às metas pessoais.

A PNL foi desenvolvida, a partir de 1975, por Richard Bandler, um expert em computação e lógica, que na época estudava psicologia na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, e por John Grinder que era professor de lingüística na mesma universidade. Eles partiram do princípio lógico de que, se alguém é capaz de fazer algo com excelência, se modelarmos cada ação da pessoa, poderemos também fazer o mesmo. Então decidiram estudar os processos mentais de pessoas que sabiam fazer algo excepcionalmente bem ou que haviam vencido, completamente, algum tipo de dificuldade e daí surgiram as técnicas que cada vez mais são utilizadas em muitas disciplinas no mundo inteiro. No Brasil, o primeiro workshop de PNL, foi realizado em 1979, no Rio de Janeiro, dirigido por John O. Stevens (que depois trocou seu nome para Steve Andreas) e organizado por Décio Cassarini e o primeiro livro de PNL, traduzido e publicado no Brasil, foi “A Estrutura da Magia”, em 1977.

A PNL dispõe de técnicas que possibilitam uma transformação de limitações em qualquer nível, seja Espiritual, de Identidade, Crenças e Valores, Capacidades, Comportamentos ou Ambiente e, quanto mais alinhados estes níveis estiverem, mais a pessoa sente Bem Estar, Confiança, Segurança, Bom Humor, Tranqüilidade, Harmonia, Paz, Saúde, Prosperidade e, como conseqüência, aumenta sua possibilidade de evolução, pois estando com estes estados internos, consegue ficar mais atenta, mais presente, mais consciente de cada momento de sua vida. Por isso a PNL pode ser também chamada de Linguagem da Nova Era.

Referências Bibliográficas: “Introdução à Programação Neurolingüística”, Joseph O’Cornnor e John Seymour (Summus); apostila do curso de “Practitioner de Programação Neurolingüística”, George Vitorio Szenészi; Golfinho - Informativo de PNL.

(artigo publicado no portal 3º Milênio em julho/2002)

Emoções Natalinas

  O Natal gera expectativas nas pessoas de todas as idades: Crianças esperam que seus pedidos sejam realizados e alguns deles temem que o Pa...