Fazendo a Diferença

Os tempos mudaram, os desafios que surgem hoje são diferentes dos enfrentados até então. Pressão por resultados positivos, exigência crescente de alto padrão de qualidade em atendimento, produtos e serviços, agilidade nas tomadas de decisão, expectativa de vida útil das pessoas aumentando, mudanças nas leis de aposentadoria e principalmente a velocidade da obsolescência da tecnologia e do conhecimento em todas as áreas, são alguns dos desafios encontrados nos dias atuais, entre outros...

A maneira mais eficaz de preparar-se para essa nova realidade é administrar as características pessoais, reavaliar conceitos e conscientizar-se de suas necessidades, desenvolvendo virtudes e competências individuais para lidar com o todo...

A empresa que perceber e souber aproveitar-se destas circunstâncias, oferecendo aos seus colaboradores a oportunidade de auto-desenvolvimento, fará a grande diferença no mercado, assim como o profissional empenhado em desenvolver seu potencial pessoal, pois tecnologia e conhecimento estão à disposição de todos. O que realmente faz a diferença é a atitude das pessoas diante das diversas situações do dia-a-dia, a qualificação pessoal.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Meu desejo para você:

Que tenhas em 2010: Toda a paz que puderes transmitir, toda a alegria que puderes sentir, o amor desejado, poder pessoal renovado, a vida bem vivida...
Feliz Ano Novo!!!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

8. "As pessoas sempre agem da melhor maneira que podem."

Ana Beatriz Medeiros Brito

Dados seus recursos disponíveis e sua intenção permanente de auto-consideração, as pessoas sempre fazem as melhores escolhas entre as disponíveis no momento. Isto é o que nos mostra o oitavo pressuposto da PNL.
Então as ações das pessoas sempre são as melhores que que elas podem expressar, de acordo com os recursos (conhecimento, experiência, estado emocional, pensamentos, recursos financeiros, etc) que dispem no momento. O que não quer dizer que seja a ação ou atitude mais adequada. Quando faltam recursos é praticamente impossível escolher a atitude mais condizente com a situação.
Cada pessoa tem a sua própria história, única. Através dela aprende o que querer e como querer, o que valorizar e como valorizar, no que acreditar e como acreditar, o que aprender e como aprender. Esta é a sua experiência e a partir dela, faz todas as suas opções, até que outras novas e melhores sejam acrescentadas, através de novas vivências.

Utilidade desta pressuposição no dia-a-dia:
Quando você conhece essa pressuposição, você aprende a respeitar as suas ações e as de outros como sendo as melhores possíveis no momento, pois sabe que nesta ocasião não conseguia vislubrar outras opções.
Você entende e aceita suas próprias escolhas e ações em determinadas situações que, a princípio, pareceria que você não fez o seu melhor.
Você para de condenar o outro pelas escolhas e ações dele. Se conscientiza de que se você tivesse a educação, as experiências e os pensamentos do outro e fosse colocado na mesma situação, agiria da mesma forma que ele. Compreende que não é melhor do que ele.

domingo, 20 de dezembro de 2009

7. “Maior flexibilidade, maior probabilidade de alcançar o que deseja”

Ana Beatriz Medeiros Brito

O sétimo pressuposto básico da PNL, fala sobre a Lei da variedade necessária, isto é, o sistema ou pessoa com maior flexibilidade, terá maior probabilidade de alcançar a resposta que deseja. Será o elemento controlador ou catalítico de qualquer sistema.
Quanto mais criativa é uma pessoa, maior é o número de opções de que dispõe, mais flexível a pessoa se torna e mais fácil de produzir os resultados desejados, pois tendo mais opções, quando percebe que não está atingindo seu objetivo com aquela alternativa, pode mudar para outra.
Como você espera que coisas diferentes aconteçam se faz sempre a mesma coisa? Desta forma só consegue o que sempre conseguiu. Por isto, diante de um mundo tão grande e fantástico, com tantas opções, é importante que se faça algo novo para que coisas novas aconteçam.
Nos previne Rosa Shafer: "A mudança é a única coisa que oferece novas oportunidades".

Utilidade desta pressuposição no dia-a-dia:
Desenvolver criatividade e flexibilidade, agir sempre no sentido de aumentar as próprias escolhas e dar mais escolhas a outros, torna acessível os melhores resultados.
Diante de um problema, quanto maior o número de alternativas de solução você tiver, maior será sua chance de fazer a melhor escolha. E se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa, seja flexível para garantir o seu sucesso.
“Tente, invente, faça diferente..” Busque o que você quer para você.

sábado, 12 de dezembro de 2009

6. “Não existe o fracasso, apenas feedback e resultados.”

Ana Beatriz Medeiros Brito

O que descrevo como sendo o sexto pressuposto básico da PNL, nos mostra que o fracasso não existe, as pessoas é que consideram as conseqüências diferentes das que desejavam como respostas à seus comportamentos, como fracasso.
Todas as conseqüências e respostas a comportamentos podem ser utilizados como aprendizado.
Uma criança cai 1.620 tombos até aprender a andar. Thomas Edison - quase 1.000 maneiras de como não dá certo fazer lâmpada.
As pessoas funcionam perfeitamente, os erros que cometem não devem ser considerados como fracassos, mas sim como resultados de um processo de aprendizagem.
Para a PNL não existem erros mas tão somente resultados. Cada pessoa possui uma história única que é formada pelo conjunto de suas experiências. O importante é transformar estas experiências insatisfatórias em aprendizado para galgar os degraus do sucesso.
De acordo com Elbert Hubbard, ""Fracassado é o homem que erra e não é capaz de aproveitar a experiência."
Para Tom Chung", "Não existe fracasso, a não ser em não continuar tentando com criatividade e flexibilidade"
Rosalind Russel nos diz que "Os fiascos são parte do cardápio da vida, e eu nunca fui de deixar de provar qualquer prato"
Thomas Edison afirma que: "Não me desencorajo, porque cada tentativa errada descartada é outro passo à frente" .

Utilidade desta pressuposição no dia-a-dia:
Aceitar cada uma de suas ações como sendo o melhor que pode fazer naquele momento e o resultado delas como oportunidade para aprender mais enquanto segue na busca de seus objetivos.
O processo de mudança é em si mutante e permanente, você pode aprender constantemente para se adaptar a um ambiente que não cessa de evoluir.
Lembram os adeptos da PNL ser bastante saudável repetir-se, com freqüência, uma pressuposição que vai contra muitas crenças e, sobretudo, muitas práticas: "O erro é uma etapa do caminho da aprendizagem e, portanto, do êxito". Com efeito, cometer um erro nos permite descobrir o que não sabemos. Há que se afirmar, então, que cometer um erro eqüivale a ganhar uma ocasião de aprender.
Lembre-se: As pessoas de mais sucesso são as que mais erram, as que não se permitem errar não se arriscam o suficiente para fazer uma descoberta.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

CRIANDO O 2010 QUE VOCÊ QUER

WORKSHOP


Um dos princípios da Programação Neurolinguística é que “As pessoas são responsáveis pelos seus resultados”. A grande maioria das pessoas se coloca do lado EFEITO da equação da vida, delegando a responsabilidade pelo que lhe acontece de bom ou ruim à algo ou alguém fora de si (economia do país, o governo, marido/esposa, filhos, pai/mãe, chefe, ...), quando poderia colocar-se do lado CAUSA, isto é, escolher o que quer para si e fazer o que é necessário para atingir seus objetivos.
Com certeza não é deixando a vida levá-lo que você vai chegar onde gostaria. Só Você pode criar os resultados que você deseja obter.
A virada do calendário é um artifício ao qual recorremos para marcar tempos imaginários de realizações, então é um período, por excelência, de balanço do que passou e criação do próximo ano.
Este programa foi desenvolvido para ajudar pessoas dispostas a inventar sua vida e realizar suas metas com menor esforço, de forma lúdica, agradável e eficaz.

“A mente humana é uma maquina de previsões e inventar o futuro é sua mais importante função.” (Daniel Gilbert)

CONTEÚDO:
- Revisão revitalizante/fortalecedora/consciente/criativa de 2009
- Limpeza de obstáculos
- A tecnologia da Realização de Metas
- Roda da vida
- Criação de objetivos alcançáveis/realizáveis/atingíveis para 2010

METODOLOGIA:
- Num clima de descontração, o programa é constituído de exposição dialogada, técnicas e vivências com base na Programação Neurolingüística e Coaching.

DATA:
- 09.01.2010

HORÁRIO:
- 9 às 17:00h

LOCAL:
- XV de Novembro, 607, conj. 76 - Ed Itatiaia, Centro, Pelotas/RS

FACILITADORA:
- Ana Beatriz Medeiros Brito - Psicóloga, Master Practitioner em Programação Neurolingüística e Terapia da Linha do Tempo, Certified Personal and Executive Coach, Reikiana Nível III; Consultoria Organizacional, Vasta Experiência em Recrutamento, Seleção, Treinamento e Desenvolvimento, Orientação e Acompanhamento de Pessoal; Psicóloga Clínica, Criou e atuou como facilitadora em Seminários; Ministrou curso de PNL no SENAC, Palestras em Seminários Abertos, em Empresas de Grande Porte, para Formandos da Nutrição UFPEL, no Curso Sup de MKT e Varejo da Faculdade de Tecnologia SENAC Pelotas, Colaboradora do Jornal 3º Milênio. Blog: WWW.anabeatrizbrito.blogspot.com

INVESTIMENTO:
- Acessível

INSCRIÇÕES: até 05/01/2010 (3ªfeira)
- Fones: (53) 9986 7003 / 3226 1587
- E-mail: abmbrito@gmail.com

domingo, 6 de dezembro de 2009

5. Os indivíduos têm dois níveis de comunicação: Um consciente e outro inconsciente.

Ana Beatriz Medeiros Brito

A quinta presuposição da PNL, diz respeito á forma como a comunicação consciente e inconciente influenciam nossas interações e relacionamentos.
Recebemos mais de 2 milhões de informações por segundo, percebemos conscientemente 7 +/- 2, as informações restantes entram e permanecem armazenadas no inconsciente tornando-se conscientes quando necessitamos, pensamos ou vivenciamos algo semelhante.
Em consequência disto, muitas vezes temos idéias, pensamentos, lembranças que temos dificuldade de saber de onde vieram.
Também em consequência, quando nos comunicamos com algumas pessoas, temos a nítida impressão de que algo não fecha, não nos convence, existe um desconforto; provavelmente nosso inconciente esteja recebendo alguma informação que conscientemente não estamos percebendo, que pode ser por a pessoa não estar sendo verdadeira ou porque alguma vez aconteceu algum fato semelhante em que nos sentimos enganados em relação ao mesmo assunto tradado ou qualquer semelhança na interação interpessoal.
Também pode acontecer o contrário: entrarmos numa sintonia perfeita com nosso interlocutor pela congruência das informações que nos chegam através de todo nosso sistema sensorial.
Isso acontece porque a mente inconsciente equilibra a consciente, não é maliciosa, é íntegra.

Utilidade desta pressuposição no dia-a-dia:
Quando temos conhecimento dos dois níveis de comunicação, podemos avaliar melhor nossos relacionamentos e podemos também ajustar nossa forma de comunicar para que fique o mais verdadeira possível, pois como disse Abrahan Lincon: “Você pode enganar agumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas não pode enganar todas as pessoas o tempo todo.”

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

COMPARTILHANDO...

Depoimento voluntário de um aluno que participou do Módulo III do curso de PNL no dia 28 de Novembro próximo passado, enviado por e-mail:

Ok belíssmima, sabia e extremamente competente professora-coach de PNL. Assim que possível passarei para pegar meu certificado.

Aproveito para informar que (pra variar) as técnicas utlizadas deram excelente resultado. Minha aversão por organizar meus papéis não existe mais. No momento em que avistei meu carro naquele sábado logo após o término do curso, já tive uma enorme vontade de arrumar uns papéis que estavam na mala do carro e, assim que o carro parou, meus filhos entraram num 'fast food' na bento e eu fiquei organizando não só os papéis, mas TUDO o que havia na mala do carro. Hoje, quatro dias depois da técnica, tenho certeza que este comportamento (o de sentir-me bem organizando meus papéis) já está automático e tranquilo para mim. Minha esposa adorou e ficou muito feliz com essa minha mudança de comportamento. Fantástico!!!

Viva a PNL!!!

Caso precises de algum depoimento, podes usar meu exemplo e/ou me pede, pq tenho várias mudanças mega positivas que a PNL fez em minha vida.

Abração!

Anderson
Profissional de Ed. Física

domingo, 29 de novembro de 2009

4. “A Comunicação é Redundante.”

Ana Beatriz Medeiros Brito

De uma forma ou de outra, as pessoas estão sempre se comunicando, estão sempre transmitindo alguma mensagem, seja pela linguagem verbal ou através de sinais sensoriais tais como olhares, gestos, sorrisos, suspiros, balançar da cabeça positiva ou negativamente, toques, atitudes, etc. Até seus pensamentos são formas de comunicar-se conconsigo mesmo, e eles se revelam aos outros pelos seus olhos, tons de voz, atitudes e movimentos corporais.
Seu corpo todo fala, não há como não se comunicar. Ficar calado e olhar para outro lado não representa uma ausência de comunicação, mas uma atitude que terá uma cristalina influência sobre si mesmo, sobre o outro e sobre a conseqüente interação.
Nossos pensamentos afetam instantaneamente nossa tensão muscular, respiração e sensações. Estes, por sua vez, afetam nossos pensamentos. Quando aprendemos a mudar um deles, aprendemos a mudar o outro.
No final da década de 1930 Alfred Korzybski ressaltou outro aspecto da percepção e comunicação humana: a linguagem. A linguagem modela o pensamento, afirmou, enunciando os princípios da semântica geral. Os outros recebem o que dizemos e fazemos através das suas representações mentais.

Utilidade desta pressuposição em nosso dia-a-dia:
Quando se sabe que corpo e mente são partes do mesmo sistema, podemos ajustar nossa fisiologia para que dê suporte às nossas colocações de linguagem.
Podemos escolher palavras mais adequadas para nos comunicarmos conosco mesmos e com outros e criar o estado que desejamos.
Também podemos, além de ouvir o outro, prestar atenção em sua fisiologia para entender melhor suas colocações, saber se está confortavel ou não com o que está falando ou, até mesmo, obtermos indícios de que está sendo verdadeiro ou não.

sábado, 21 de novembro de 2009

3. “O significado da comunicação é dado pelo receptor.”

Ana Beatriz Medeiros Brito

Este terceiro pressuposto trata de como é feita a interpretação da comunicação.
A comunicação diz respeito a criação de uma experiência no outro e da obtenção de uma resposta dele. Essa experiência e a resposta dependem de como o interlocutor recebe a mensagem do emissor, e não da intenção do emissor. Então, o significado de sua comunicação é a reação, a resposta que você obtém.
O outro recebe o que você emite e interpreta de acordo com seu mapa mental, seu modelo de mundo, isto é, de acordo com a maneira como ele conhece o mundo. Você é responsável por descobrir como o outro funciona para enviar a comunicação de maneira que ele entenda ou processe da forma que você deseja.
Ex.: se você fizer elogio e a pessoa se sentir ofendida, o resultado de sua comunicação foi uma ofensa, um insulto.
Por outro lado, você também responde ao mundo de acordo com seu mapa, ou seja, baseado em seus valores, crenças, atitudes, memórias e conhecimentos.
A comunicação mal compreendida na área afetiva, profissional ou qualquer outra, pode criar estados emocionais desfavoraveis e gerar grandes confusões ou prejuízos. Charles Schwab disse: "Pagarei mais pela habilidade de um homem em se expressar do que por qualquer outra qualidade que ele tiver".

Utilidade desta pressuposição em nosso dia-a-dia:
Observar como a nossa comunicação é recebida nos permite conhecer o outro e ajustar a linguagem da mensagem para que da próxima vez ela possa ser mais eficiente e eficaz. Buscar decodificar corretamente o que o outro comunica através de análise de seu mapa e questionamento, desenvolve flexibilidade, evita mal entedidos e, ainda, ajuda a desenvolver esse talento tão necessário para o sucesso, que é a habilidade de expressão e entendimento.
A habilidade na comunicação nos permite detectar os processos mentais e os microssinais comportamentais para poder enfrentar as mais diferentes situações e melhorar o entendimento com as pessoas, evitando julgamentos errôneos e aumentando a chance de conseguirmos o que queremos com maior rapidez.

sábado, 14 de novembro de 2009

2. “Os indivíduos processam todas as informações através de seus cinco sentidos”

Ana Beatriz Medeiros Brito

Este Pressuposto nos informa sobre como processamos a realidade.
As informações nos chegam através dos cinco sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e todas as distinções que somos capazes de fazer a respeito do nosso meio interno e externo e do nosso comportamento, podem ser representadas através de nossos sistemas sensoriais, isto é, as pessoas recebem, aprendem, codificam, armazenam e comunicam, através dos cinco sentidos.
Algumas pessoas tem maior facilidade de processar informações que chegam através do canal de percepção visual, ou seja, através de imágens, cores, formas, dimensões; outras através do canal auditivo, ou seja, sons, palavras ou tonalidades; outras ainda, registram com maior facilidade o que chega pelo canal cinestésico, isto é, informação tátil, olfativa, gustativa ou de movimento interno ou externo.
Este é um dos motivos dos modelos de mundo das pessoas serem tão diferentes entre si e das pessoas terem dificuldade de se comunicar com algumas outras ou de se entenderem; provavelmente estejam se comunicando em canais diferentes uma das outras.

Utilidade desta pressuposição em nosso dia-a-dia:
Quando sabemos qual o nosso canal preferencial, podemos utilizá-lo melhor para estudar, para nos comunicarmos conosco mesmos e, ainda, desenvolver os outros canais, o que é o ideal.
Quando descobrimos o canal preferencial da pessoa com quem estamos nos comunicando, fica mais fácil nos fazermos entender ou de influenciarmos o outro.
Quando aprendemos a utilizar todos os canais, comunicamo-nos bem com muitas pessoas ao mesmo tempo, o que é útil, principalmente para professores, palestrantes, profissionais de comunicação, etc

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A PNL, SUAS PRESSUPOSIÇÕES E O NOSSO DIA-A-DIA

Ana Beatriz Medeiros Brito

Sempre buscando aprimorar resultados, estou reescrevendo artigos sobre os pressupóstos básicos da PNL e postanto no blog, espero que assim fique mais fácil a sua compreenção.
Programação Neurolingüística (PNL) é definida como sendo o estudo da estrutura da nossa experiência subjetiva. A ciência e a arte de eliciar a excelência do ser humano. A ciência da comunicação compreendida e útil, que produz mudanças positivas e resultados pessoais vantajosos. Um meio rápido e eficaz de realizar mudanças desejadas por qualquer pessoa que queira superar seus antigos limites, transpor a inércia e o medo, atingir níveis de realizações que antes pareciam impossíveis.
Outras definições rápidas: “A arte e a ciência da comunicação.” “A chave da aprendizagem.” “É sobre relacionar-se com os outros.” “É o caminho para alcansar os resultados que você almeja em todas as áreas de sua vida.” “Influenciar os outros com honestidade.” “Um manual para seu cérebro.” “O segredo das pessoas de sucesso.” “O caminho para criar seu próprio futuro.” “A PNL ajuda as pessoas a entenderem sua realidade.” “O kit de ferramentas para a mudança pessoal e organizacional.” (Do livro: Programação Neurolinguística para Leigos, Romilda Ready e Kate Burton, Alta Books, RJ, 2009)
A PNL se constitui de técnicas avançadas e profundas de comunicação e mudanças para obtenção do sucesso pessoal em qualquer área da vida: administrativa, pedagógica, de saúde mental, emocional ou física, relacionamento, autodesenvolvimento, etc, porém essas técnicas devem ser administradas por uma pessoa treinada, não é auto-ajuda para quem não tenha os conhecimentos básicos, como tem sido confundida por algumas pessoas.

PRESSUPOSTOS BÁSICOS DA PNL

A PNL não diz respeito somente a padrões, diz respeito também a atitudes e a agir com base naquilo em que se acredita. Crenças, valores e pressuposições servem para que você os use para orientar sua vida.
Como toda ciência, a Programação Neurolingüística possui pressupostos e crenças que fundamentam a técnica. A primeira pressuposição é assunto deste artigo:

1. “Os indivíduos operam a partir de sua representação interna do mundo.”

Esta é considerada a pressuposição mais importante da PNL e quer dizer que as pessoas respondem às suas experiências ou à forma como experenciam a realidade, não à realidade em si.
Os critérios que as pessoas utilizam para fazer escolhas, relacionar-se, interpretar o comportamento do outro, avaliar pessoas e situações, suas sensações sobre o mundo não são baseadas no mundo real e sim na percepção que essas pessoas têm do mundo. As pessoas reagem à sua percepção ou representação da realidade, como se ela fosse a realidade em si mesma, então pode haver distorção. Por isso, duas ou mais pessoas podem participar de um mesmo evento e descrevê-lo de forma bem diferente, uma da outra.
Isto tem a ver com o postulado: “o mapa não é o território que ele representa”, pois se você olhar o mapa de um país não estará olhando para o país, mas sim para a representação dele, que nem sempre é fiel. Ao olhar o cardápio do restaurante, não estará olhando para a comida, mas para a sua representação e, mesmo assim, pode salivar. Do mesmo modo, quando você julga alguém ou o interpreta, o está fazendo de acordo com o seu mapa de realidade que nem sempre corresponde à realidade em si ou à percepção que a outra pessoa tem da realidade.
Nossas emoções são criadas por nossos mapas, é o mapa e não o território que geram sentimentos, é a forma que você reage aos acontecimentos que determina seus sentimentos, portanto só você pode criar qualquer espécie de estado interno em você.
Assim a grande maioria das pessoas se comporta consigo mesmas, com as pessoas que as cercam e nas situações do dia-a-dia, reagindo às situações interpretando-as a partir de seu mapa mental, seu modelo de mundo, seu ponto de vista contaminado pelas suas experiências positivas ou negativas, ou seja, pelos registros que faz das suas vivências, pelas crenças que acumula de percepções e generalizações errôneas ou não, pelas interpretações feitas dos fatos cotidianos, erradas ou não, pelo seu código de valores invertidos ou não, como se este ponto de vista fosse a verdade absoluta.
Mapas mentais, especialmente sensações e interpretações de cada pessoa, são diferentes porque cada um percebe a realidade de acordo com a sua experiência de mundo e a boa noticia é que esses mapas podem ser atualizados com mais facilidade do que se pode mudar o mundo.

Utilidade desta pressuposição em nosso dia-a-dia:

De posse destas informações, podemos: conhecermo-nos melhor para atingir nossos objetivos, conhecer as pessoas antes de avaliá-las, descobrir porque as pessoas percebem as coisas e reagem de maneira diferente de nós, aprender a respeitar os valores e as crenças dos outros, permitir que tenham suas próprias opiniões e desejos, melhorar nossa comunicação com as outras pessoas de forma a fazermo-nos entender por elas. Enfim, tomar consciencia de que, entre outras coisas, que a nossa verdade pode não ser universal.
Sendo assim, que tal, em vez de julgar, observar e aprender?
Se seu estado interno ou emocional não o está satisfazendo, como seria se encontrasse uma nova versão para sua experiência buscando mudar sua forma de examinar o mundo que o cerca?
Nas próximas edições, você terá oportunidade de conhecer os outros pressupostos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pelotas, Pelotas...

Ana Beatriz Medeiros Brito

Lendo a carta de André Luis Leite na Tribuna do Povo, do Diário da Manhã de 02 de março de 2007, me aguçou a vontade de também expressar a minha visão e anseios em relação à esta cidade que desperta tantas opiniões controversas. Alguns vêem Pelotas como um grande pólo de negócios, outros como uma cidade decadente. Por que será?
Pela localização estratégica, Pelotas oferece grandes possibilidades, Pela forma como as autoridades e seus moradores conduzem as coisas, muitas possibilidades se perdem.
Para atender as exigências do mercado, cada vez mais as pessoas de qualquer idade investem, muitas vezes mais do que poderiam, em cursos de graduação, especialização e pós graduação, aqui ou em centros maiores, e precisam sair de Pelotas para receberem o reconhecimento pelo seu esforço.
Os que ficam batalham para adquirirem a tão exigida experiência - união da teoria com a prática - mas não são reconhecidos em suas competências nem valorizados como profissionais, o salário que lhes é oferecido não cobre o investimento na educação. Isso acontece também com quem sai daqui para estudar fora e retorna à Pelotas cheio de sonhos.
Alguns profissionais fazem sua formação em Pelotas e alcançam o sucesso fora daqui como profissionais liberais ou em cargos importantes em empresas públicas ou privadas, e ninguém toma conhecimento.
A população de Pelotas não reconhece os talentos de seus filhos, não acredita em sua capacidade e demonstra isso quando alguém daqui divulga uma palestra, seminário ou curso, poucas vezes consegue um número de inscrições que torne viável a sua realização, quando anunciam um palestrante vindo de outros centros, lotam o local, faltam ingressos. E para cursos ou seminários fora daqui ou oferecidos por forasteiros, pagam fortunas.
As pessoas financeiramente mais favorecidas buscam fora serviços médicos, odontológicos, psicológicos, entre outros, quando aqui se encontram grandes profissionais, com curriculum riquíssimo e muita competência.
Os Empresários de Pelotas quando necessitam de consultoria ou assessoria, buscam nos grandes centros, profissionais que, não conhecendo realidade local, falam bonito, cobram muito e fazem pouco, muitas vezes até porque a empresa não se abre, não mostra sua cultura, sua real situação. Estas empresas, em sua maioria, mantém no seu quadro funcional, profissionais capacitados que nem sequer são ouvidos, muito menos consultados.
Eu não sou pelotense de nascimento, mas o sou de coração, escolhi Pelotas para estudar, trabalhar e morar por acreditar que Pelotas oferece chances, pois apesar das dificuldades que citei acima, também vejo o outro lado, onde muitos profissionais já descobriram o caminho e conquistaram o seu espaço.

Publicado no Diário da Manhã em Março de 2007

terça-feira, 22 de setembro de 2009

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGÜÍSTICA

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGÜÍSTICA

A Programação Neurolingüística - PNL, ou simplesmente Neurolingüística é uma tecnologia de vanguarda que utiliza métodos e processos para determinar os padrões utilizados pelas pessoas na geração de seus comportamentos e na obtenção dos resultados desses comportamentos.

CURSO DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA

O curso de Programação Neurolinguística (PNL) é composto por cinco (5) módulos em sequência, portanto o Módulo I é pré-requisito do módulo II e assim sucessivamente. Todos os módulos são direcionados à aprendizagem e mudança.
Cada módulo tem o mesmo valor, é realizado em um dia, geralmente aos sábados e os participantes recebem um certificado de participação correspondente àquele módulo, o que o desobriga de participar dos outros, se o conteúdo não o interessar.
Durante o curso são solicitados a escolherem a data do próximo módulo, visando atender aos interesses de todos.

Nos módulos do curso de PNL, você aprende:

MÓDULO I: Este módulo é introdutório, onde o participante aprende os fundamentos da PNL, que são importantes para a utilização das técnicas. Sem este conhecimento as técnicas só funcionarão por acaso.
Neste módulo, também, o participante adquire melhor compreensão de si mesmo e das pessoas, aprendendo como funcionam e, com isso, pode melhorar sua comunicação consigo mesmo e com outras pessoas. Também aprende técnicas para mudança de estado emocional.

MÓDULO II: Neste módulo o participante aprende a fazer acontecer, através da tecnologia para criar “Objetivos Espertos”, a melhorar seus relacionamentos, conquistar e liderar pessoas através “Arte do Rapport”, além de outras tecnologias que contribuirão com seu aprimoramento.

MÓDULO III: Neste módulo o participante descobre aspectos muito importantes para a mudança, como por exemplo, o que faz uma pessoa querer e decidir mudar e porque algumas pessoas, mesmo percebendo a necessidade de fazer mudanças em sua vida, não conseguem mudar.
Além dessas descobertas, técnicas para facilitar a mudança e técnicas para fazer mudanças efetivas na sua vida e das pessoas que quiser ajudar.

MÓDULO IV: Entre outras coisas, o participante aprende técnicas para levantar e mudar Valores e Crenças, expandindo suas possibilidades; um instrumento que lhes permitirá conhecer-se melhor e ao outro, descobrindo os Metaprogramas que usa. Isso é importante para autoconhecimento, para sua própria evolução, conhecimento dos subordinados, alunos, pacientes, pessoas que lhes cercam, seleção de pessoal para formar equipes... o que facilita seu trabalho e lhe será útil nas mais diversas situações, como: auto-motivação, na motivação de outras pessoas, nos padrões de modelagem de excelência, na seleção e contratação de candidatos e na formação de times, na escolha profissional, na comunicação tanto para entender como para se fazer ouvir por outra pessoa, para construir Rapport rapidamente, na influência, em vendas, etc.

MÓDULO V: Este módulo é dedicado a ensinar ao participante a missão de seu inconsciente e uma poderosa ferramenta da comunicação, que é a linguagem, através da qual ele aprende a fazer perguntas precisas para receber respostas e informações de alta qualidade; manter Rapport e demonstrar interesse pelo seu interlocutor, bem como a arte de usar palavras que transformam.

sábado, 29 de agosto de 2009

PNL - Módulo III

MÉTODOS E TÉCNICA PARA TRANSFORMAÇÃO

A PNL estuda como o cérebro e a mente funcionam, como criamos nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras, ela estuda como o ser humano funciona e como ele pode escolher maneira que quer funcionar.

OBJETIVO:
Este programa foi estruturado para oferecer-lhe a oportunidade de desenvolver HABILIDADE NO MENEJO DE TÉCNICAS E MODELOS DA PNL, capacitando-o para utilizá-las para o autoconhecimento, autodesenvolvimento, aprendizagem, coach, comunicação, criatividade, liderança, planejamento, recursos humanos, relacionamentos, saúde, vendas, além de ampliar suas competências para consultoria pessoal e empresarial.

PÚBLICO ALVO:
- Este é um curso sobre a nova tecnologia mental e cerebral para executivos, gerentes, líderes, profissionais liberais, vendedores, professores, psicólogos, coaches, terapeutas e todos os que desejam uma evolução em sua capacidade mental e produtiva.

PRÉ-REQUISITO:
- Ter feito o 1º e 2º módulos do curso

VOCÊ GANHA FAZENDO O CURSO:
Além de ampliar os conhecimentos e recursos já adquiridos no 1º e 2º módulos, você terá poderá aprender e utilizar técnicas para: Acesso à recursos emocionais fortalecedores, novas alternativas de comportamento para situação ou contexto definido, mudança de estado problemático para estado desejado, mudança de comportamentos e reações indesejadas, fazer com que aquelas tarefas desagradáveis fiquem menos penosas, mudar sentimentos desagradáveis em resposta a outras pessoas, eventos ou lugares, mudar uma lembrança desagradável, destruir uma representação interna que fica ocupando os pensamentos e reduzindo recursos, estratégia para negociação, quebrar estados de frustração, facilitar a comunicação e relacionamentos.

PRINCIPAIS TEMAS:
- Apresentação e esclarecimento de dúvidas e comentários
- Aspectos da Mudança
- Por Que as Pessoas Buscam a Mudança?
- O Que Impede uma Pessoa de Mudar?
- Níveis Lógicos
- Tipos de Mudança com PNL em Diferentes Níveis Lógicos
- Modelo de Mudança da PNL
- Ecologia
- Verificações de Ecologia
- Exercícios práticos
- Técnicas passo à passo.

METODOLOGIA:
- Num clima de descontração, o programa é constituído de exposição dialogada, técnicas e vivências da PNL

DATA e HORÁRIO:
- 12/09/2009
- Das 9 às 19hs

FACILITADORA:
- Ana Beatriz Medeiros Brito - Psicóloga, Master Practitioner em Programação Neurolingüística e Terapia da Linha do Tempo, Certified Personal and Executive Coach, Consultoria Organizacional, Vasta Experiência em Recrutamento, Seleção, Treinamento e Desenvolvimento, Orientação e Acompanhamento de Pessoal; Psicóloga Clínica, Criou e atuou como facilitadora em Seminários; Ministrou curso de PNL no SENAC, Palestras em Seminários Abertos, Colaboradora do Jornal 3º Milênio.

INFORMAÇÕES/INSCRIÇÕES: até 08/09/2009
- Fones: (53) 9986 7003 / 3226 1587
- e-mail: abmbrito@gmail.com
- blog: www.anabeatrizbrito.blogspot.com

LOCAL:
- XV de Novembro, 607, conj. 76 - Ed Itatiaia, Centro, Pelotas/RS

INVESTIMENTO:
- Profissionais, R$120,00, 1+1 de R$70,00 ou 1 + 2 de R$55,00.
- Estudantes, R$100,00, 1+1 de R$60,00 ou 1 + 2 de R$45,00.

sábado, 22 de agosto de 2009

PALAVRAS, MOTIVAÇÃO E SUCESSO

Ana Beatriz M. Brito

A pessoa de sucesso vive num estado constante de aprimoramento próprio, pois sabe que a capacidade de renovação e melhoria é importantíssima para quem deseja chegar e manter-se lá. Sabe-se, também, que a comunicação é ferramenta chave para o sucesso em qualquer área de sua vida.
Ao longo de nossas vidas aprendemos palavras e as usamos como se não existissem outras que sejam mais produtivas, mais úteis.
Pesquisas feitas na Universidade da Califórnia mostram que a maneira como a pessoa pensa e as palavras que usa afetam as reações químicas no cérebro, isto é, o que pensamos e falamos afeta nosso cérebro, o que por sua vez afeta nosso estado emocional e a nossa disposição física.
A língua portuguesa é muito rica, nela encontramos palavras que nos movem, nos levam para soluções e outras que nos paralisam, nos causam um sentimento de impotência e, ainda, carregamos essas últimas com uma energia pesada, através de emoções negativas que sentimos e acumulamos nelas cada vez que as recitamos. Então, cada vez que as repetimos nos sentimos mal, temerosos, cansados, pressionados, etc. Elas se tornam rótulos e esse é o caso da palavra problema que pressupõe algo muito difícil, se não impossível, de resolver.
“Ah! É maneira de dizer, mas eu sei que não é assim” ou “É a força do hábito”, muitos dizem! Mas, esses hábitos de expressão criam hábitos de emoção e as emoções é que nos motivam, nos movem aproximando-nos ou afastando-nos de situações, soluções, objetivos...
Nosso cérebro aprende por repetição, então, se você diz uma palavra ou frase com freqüência, você se condiciona a acreditar no que está dizendo. E se você diz algo em voz alta é porque já pensou várias vezes antes de dizê-lo.
Que tal mudar os hábitos de expressão para que você crie emoções que o ajudem?
Diga para você mesmo ”Estou com um problema.” Depois diga: “Estou com uma dificuldade.” E agora experimente dizer: “Estou enfrentando um DESAFIO”. Avalie... Qual destas expressões lhe permite lidar melhor com a situação? Isso ajuda você a mudar a sua atitude diante da situação?
Outra palavra que tem sido bastante usada é crise, mude-a para OPORTUNIDADE e perceba o que acontece.
“Quem vive em estado de problemas e crises vai cavando seu próprio túmulo de impotência para se enterrar e só enxerga a morte. Quem vive em estado de desafios e oportunidades vê soluções, enxerga vida nova.” (Rhandy di Stéfano)
Portanto, escolha palavras e expressões favoraveis e facilite sua jornada.

Referências:
A Essência da Mente, Andreas e Andreas, ed. Sumus, 1993.
Manual do Sucesso total, Rhandy di Stéfano, ed. Elevação, 2ªed, 2000.

domingo, 5 de julho de 2009

ADOLESCÊNCIA: O Despertar da Identidade

Ana Beatriz Medeiros Brito

Adolescência, do latim adolescerê, significa brotar, fazer-se grande. Em geral acredita-se que o fenômeno da adolescência, é um processo de mudança e transformação que marca a passagem da infância para a fase adulta e em inúmeras tribos, podemos identificar ritos de passagem que simbolizam esta operação em caráter definitivo.
Existe, na literatura especializada, uma vasta bibliografia que busca definir a adolescência, contudo nela se encontra muitas controvérsias. Mesmo em termos de idade não existe um consenso, apesar de vários autores concordarem que a fase da adolescência inicia por volta dos 12 anos e termina por volta dos 18 anos.
Existem posições de autores que não privilegiam a idade como um critério exato e rígido que determina o referido período, para eles a adolescência não é uma fase natural do crescimento humano, ela diz respeito à um processo cultural e, assim tratada, pode ser considerada como um fenômeno moderno que surgiu e se desenvolveu nos EUA a partir do início do século XX.
O psicanalista francês Charles Melman (1996) nos lembra que a noção de crise associada a esse período de transição se encontra essencialmente em nossa cultura. Ele afirma que “não há nenhum sinal dela enquanto crise psíquica, nos textos das culturas gregas e latinas, onde seria um simples período de introdução a vida social”. Percebe-se que o processo de transição entre um mundo (infantil) e um outro (adulto) pode ser assinalado como um fenômeno característico das sociedades pós-industriais capitalistas. Nelas não encontramos ritos de passagem responsáveis pela demarcação de uma fase e outra. A ausência de cerimônias reguladoras, verificadas em sociedades menos evoluídas do que a nossa, certamente, favorece a crise psíquica que conhecemos na fase adolescente.
O fato é que todos esses posicionamentos podem ser questionados, mas a preocupação dos pais, educadores, psicólogos e outros que convivem e trabalham com jovens, embora diferente da de hoje, é milenar.
Na verdade a adolescência deve ser pensada em três condições: enquanto desenvolvimento biológico do indivíduo, aspectos psicológico, social e cultural.
Hoje, além das peculiaridades sabidas que sempre existiram nesta fase, percebe-se uma maior ênfase na baixa auto-estima, frágil internalização do referencial de autoridade, valores e limites e a falta de perspectiva frente ao futuro.
Nota-se que cada vez mais cedo, os jovens têm que se deparar e enfrentar o ingresso no mundo adulto, responder por seus atos como cidadão adulto. Assim, também cada vez mais cedo, precisam qualificar-se para o mercado de trabalho que vem se tornando cada vez mais exigente. Também se percebe que o envelhecimento está sendo postergado, existe uma grande valorização da adolescência e da juventude, como os grandes lugares de chegada e de permanência: crianças, especialmente as meninas, são convidadas, cada vez mais cedo a se tornarem adolescentes; jovens de 20 ou 24 anos prolongam sua permanência na vida da família de origem; adultos de todas as faixas de idade são estimulados a permanecerem eternamente jovens.
A mídia parece estar sendo a grande divulgadora desse acontecimento. A seu modo, é claro. E torna-se o poder mais influente no adolescente, nos dias atuais. Especialmente com a televisão, tem-se uma visibilidade do outro e de si mesmo que escapa ao controle dos sujeitos, e isso atinge fortemente o grupo adolescente e jovem, na medida em que é a ele que se destinam inúmeros produtos.
Entrevistando jovens que buscam vagas na empresa onde trabalho, observando jovens que freqüentam meu consultório e os próprios jovens da família, conversando com amigos que lidam com jovens, percebo o quanto falta de orientação e direção para o jovem de hoje, no sentido de crescerem naturalmente, aprendendo como conviver com cada etapa da vida de forma natural e do jeito que cada um percebe e vivencia essa fase.
Isso se mostra pela aparência de que lhes falta referencial: eles são completamente desatentos, desligados; às vezes, parece que não raciocinam; são inconseqüentes, desatenciosos com os mais velhos, uns com os outros e os meninos, até com as namoradas, não existe mais romantismo, gentileza, galanteios, conquista, o que conta é com quantas “ficaram” em uma festa e as meninas, por sua vez, têem dificuldade de dizerem não, não esperam por uma iniciativa ou dica dos meninos, entram na concorrência dos números em detrimento da qualidade, e se tornam imediatistas e vulgares. Extremamente consumistas, querem tudo que vêem na TV ou o que os amigos têm ou querem, sem saber se os pais podem ou não dar; pouquíssima noção de limites, autoridade não existe e se existe eles desconhecem ou são totalmente contra. É clara a inversão de valores, torna-se cada vez mais importante ter do que ser. Então, estão sempre insatisfeitos, angustiados ou de mau humor.
Portanto, a adolescência não é marcada somente por disputas, crises, mal-estares, angústias. Ao se aventurarem a abandonar a atitude infantil para ingressar no mundo adulto, há uma série de acréscimos no rendimento psíquico. As situações de confronto podem enriquecer a experência do adolescente ou podem tornar-se um desastre, depende de como forem vivenciadas. Quando o confronto ocorre de maneira saudável, o adolescente internaliza o valor desta experiência de forma positiva, o qual passará a fazer parte de sua identidade. Se o confronto for traumatizante, perderá seu valor e o processo todo perde sua função, dando lugar à mágoa e ao ressentimento que normalmente se descarregam sob a forma de agressão, raiva, disputa, etc.
As circunstâncias que envolvem conflitos, desentendimentos e brigas são absolutamente naturais nessa fase da vida e não há benefícios fugindo delas. Porém reações vivenciais não-normais e exageradas (neuróticas, ou seja, desproporcionais aos fatos que a desencadearam) sempre acabam sendo prejudiciais.
Por parte dos pais dos adolescentes de hoje, existe uma maior preocupação em relação às drogas, AIDS, assaltos, violência e gravidez não só das meninas, mas dos meninos que se tornam pais muito cedo; neste aspecto parece que hoje existe maior consciência dos pais no sentido de que a gravidez não é problema só para a filha, mas também para o filho. Também se preocupam em como trabalhar, para manter o que os filhos e o que eles mesmos querem, e se tornarem presentes para acompanharem e educarem melhor seus filhos e, mesmo os pais que têm tempo para ficar com seus filhos, tem muitas dúvidas de como deve ser esse estar junto, essa convivência, como educar na modernidade. Porque as mudanças acontecem em todas as etapas da evolução do ser humano.
Em síntese, pode-se dizer que a criança está cada vez mais só ou convivendo mais com crianças de sua idade do que com pai, mãe ou outro familiar adulto, pode-se também concordar com quem diz que o adolescente precisa de apoio e reconhecimento pessoal para crescer em um espaço de convívio coletivo com regras firmadas sobre valores éticos, construindo uma vida com dignidade e solidariedade.

REFERÊNCIAS:
Este artigo é resultado de observação, pesquisa na internet e leitura de artigos publicados no jornal Linhas, do Conselho Regional de Psicologia.

A PRESSÃO DAS PROVAS SELETIVAS

Ana Beatriz M. Brito

Ao longo de minha vida, tenho percebido situações onde é comum a tensão emocional aparecer e se instalar, uma destas situações são as provas seletivas, sejam elas vestibular, concursos ou entrevistas de seleção de pessoal para trabalho, e essa tensão não tratada, à cada prova fica mais forte, causando sofrimento e dificultando o sucesso das pessoas que a vivenciam.
A tensão que gira em torno das provas seletivas, ocorre devido a uma série de emoções que se misturam e se acumulam e têm as mais diversas causas.
As emoções mais freqüentes são: ansiedade, medo de não passar, culpa por não ter se dedicado por mais tempo aos estudos e muitas vezes uma imensa vontade de fugir, de desistir só para não enfrentar a possibilidade de fracasso.
A origem dessas emoções pode advir de diversos fatores, dentre eles:
1. A escolha da profissão ou faculdade a seguir. Muitos vestibulandos ou concursandos não têm certeza se fizeram a escolha certa, se é isso que querem fazer e, muitas vezes ainda, nem sabem bem o que o profissional da área faz, escolhem porque de alguma forma tiveram informações de que esta profissão dá um bom retorno financeiro.
2. A expectativa familiar também contribui. Muitos pais querem que os filhos sejam exemplos a serem exibidos para o resto da família, amigos e para o mundo. Estes, muitas vezes, não tiveram oportunidade ou se arrependem de não terem aproveitado as oportunidades que tiveram, então tentam se realizar no filho, que fica obrigado a satisfazer os desejos dos pais.
3. A baixa auto-estima. As pessoas que não se amam, por necessidade de se sentirem amadas e respeitadas, tentam satisfazer seu intento, mostrando-se boazinhas, fortes, inteligentes, importantes, e buscam isso tentando corresponder às expectativas dos outros de diversas formas, inclusive na profissão ou cargo buscado.
4. A cobrança familiar. Alguns pais torturam os filhos exigindo a compensação pelos “gastos” que tiveram com escolas, cursinhos, taxas, etc.
5. Autocobrança. Algumas pessoas, por infinitas razões, não se permitem errar, perder e exigem demais de si mesmas e situações de risco as abalam profundamente.
6. O sonho da estabilidade profissional e financeira. Os empregos cada vez mais raros e, principalmente, a instabilidade neles, fazem com que as pessoas se desestabilizem diante da oportunidade de um concurso público ou da escolha da profissão com maior probabilidade de lhe dar esta estabilidade. Este sonho faz com que apostem todas as suas fichas nesta oportunidade como se fosse um jogo de vida ou morte.
7. A concorrência. Com a crescente exigência do mercado de trabalho por maior e melhor qualificação, o número de candidatos por vaga nos vestibulares, para determinados cursos, é muito grande. A busca de um bom e estável emprego também lota os bancos de concursos públicos e as filas para provas de seleção de pessoal, quando há vagas para trabalho.
8. O uso de drogas psicoativas. Na esperança de aliviar a ansiedade e tensão, muitos candidatos fazem uso de drogas psicoativas, o que nem sempre dá certo, pois elas podem aliviar os sintomas existentes e desenvolver outros, tais como letargia (sono profundo), apatia, que torna o usuário mais lento ou euforia, dificultando a concentração e, para algumas pessoas, elas acabam intensificando os sintomas que já existem.
Tudo isso gera uma pressão interna muito grande, causando o stress e fadiga emocional e psicológica, que cria uma confusão mental dificultando o aprendizado e inibindo a memória, causando o famoso branco na hora da prova e um sofrimento quase insuportável que pode se prolongar e vir a trazer sintomas físicos (somatização).
Para facilitar este processo e manter a saúde física e emocional, existem algumas alternativas importantes:
1. Saber o que realmente quer. Buscar informações com profissionais da área de interesse para conhecer melhor as tarefas e atribuições inerentes à profissão, freqüentar feiras de profissões, fazer orientação profissional com um profissional capacitado.
2. Estar focado no que quer. Ter em mente o que quer para si no futuro, o seu sonho.
3. Estudar. Aceitar que para chegar onde quer, precisa dedicar-se, abrir mão de alguma coisa, investir por um tempo para obter a tão sonhada gratificação, para isso é necessário que o objetivo seja realmente interessante e importante.
4. Manter-se sereno. Estar tranqüilo para que sua mente possa ocupar-se somente com a realização da prova a qual irá submeter-se, poder raciocinar, lembrar dos conteúdos estudados e colocar seu conhecimento a seu serviço, na obtenção de um bom resultado.
Sei que às vezes é fácil falar e difícil colocar em prática. A família pode ajudar bastante sem cobranças, apenas apoiando, incentivando e demonstrando confiança.
Mesmo tendo estudado o suficiente e consciente de todas estas dicas, manter a tranqüilidade pode ser bem difícil e deve-se lembrar que esta é a principal competência que alguém precisa ter ou desenvolver para participar de uma prova seletiva, mas nem sempre consegue sozinho. Uma boa terapia individual ou de grupo pode ser a solução.

EMPREGABILIDADE

Ana Beatriz M. Brito

Desde muito tempo, lembro de ouvir as pessoas falarem da dificuldade de conseguir emprego, dizem que empregos são cada vez mais raros, não existe empregos para quem tem pouca ou nenhuma experiência, que as empresas não querem dar emprego para pessoas com mais de quarenta anos, enfim, as queixas nesta área são inúmeras.
Trabalho com Recrutamento e Seleção e com Treinamento e Desenvolvimento de pessoal desde o ano de1983, o que percebo é que o mercado de trabalho realmente mudou bastante, principalmente em alguns setores produtivos, que adquiriram uma tecnologia que reduz o serviço braçal, mas em contrapartida empregam mais pessoas qualificadas para lidar com essa tecnologia e a oferta deste pessoal qualificado ainda é bem restrita. A área de comércio e serviços também cresceu bastante em Pelotas, então vagas para trabalhar em empresas ainda existem, e nestes setores a exigência, hoje, é mais no sentido de atender bem ao consumidor com maior consciência de seus direitos e, portanto, bem mais exigente com a qualidade de atendimento.
Na realidade, quando o mercado de trabalho oferece uma vaga, por mais que no anúncio estejam discriminados os requisitos, o número de candidatos é assombroso, mas os currículos que apresentam a qualificação exigida são raros, o que já começa a mostrar a dificuldade das pessoas para reconhecerem suas capacidades e limitações, enviam o currículo para qualquer vaga e “se colar, colou”. Mas, é no momento da entrevista que o selecionador percebe o maior despreparo dos candidatos, que não conseguem nem se comportar de forma adequada neste momento.
Por mais incrível que possa parecer, a maior dificuldade no momento da seleção para uma vaga de emprego ou até mesmo para promoção dentro da empresa, não é a qualificação técnica, mas o despreparo dos candidatos no que tange à “competências pessoais”, que começa pela forma de vestir, maneira de se comportar e segue até postura e atitude diante da própria carreira, do mercado de trabalho e da vida.
Empregabilidade é a capacidade de cuidar da própria carreira, tornando-se o profissional que toda empresa quer ter em seu time. Quem tem empregabilidade não tem medo de perder o emprego, de explorar novas possibilidades, de sustentar opiniões contrárias às do chefe, tem o direito de escolher seu próximo passo na carreira.
Mas lembre-se, a qualificação técnica, sua formação na profissão escolhida, línguas, cultura geral não é tudo, isto está à disposição de todos nas mais diversas escolas e universidades espalhadas em nossa cidade e no país, o que faz a diferença é o que você busca por você mesmo, o desenvolvimento das suas habilidades pessoais para lidar com pessoas, trabalhar em equipe, comportamento ético, capacidade de iniciativa e liderança, solidariedade, são as principais e também não se encontram a venda, isso já nasce com a pessoa, lhes é ensinado em casa desde o berço, ou você desenvolve por conta própria ou com a ajuda de uma boa psicoterapia ou de um bom coach, que podem ser feitos tanto individual como em grupo.

O Prazo de Validade dos Relacionamentos

Ana Beatriz M. Brito
Vivemos na era do prazo de validade e tenho me perguntado se relacionamento tem prazo de validade, pois tenho lido e escutado esta afirmação e me dou conta que alguns tipos de relacionamento o têm.
Todos os relacionamentos baseados em interesses duram até que deixem de servir, como: aluno e professor, empregado e patrão, entre colegas de aula que usam a inteligência e dedicação do outro para poder passar de ano, colegas de trabalho que necessitam manter aparências para poderem manter-se em seu trabalho, falsos amigos, relacionamentos íntimos baseados na sedução e paixão ou em interesse financeiro, relacionamentos em que falta maturidade e sobram imediatismo, intolerância, arrogância e vítimas.
E quem são as pessoas que se submetem a este tipo de jogo?
Na maioria dos casos, pessoas que desde criança vivem sem limites na rua, sem família, outras desde muito cedo aprenderam em casa que tudo e todos servem para satisfazer suas necessidades ou desejos e depois podem ser descartados. Crianças que mesmo ouvindo seus pais fazer discursos fervorosos sobre ética, moral, solidariedade e como devem se comportar, os assistem inventando desculpas, mandando mentir que não estão, falando mal de outros em sua ausência, burlando leis ou ainda crianças que tem todos os bens materiais que sequer pudessem imaginar que existissem, mas que não têm a presença, a atenção e, muito menos, o carinho dos pais, que cada vez mais trabalham para manter um certo status social, aparentar mais do que são, ou para compensar através do consumismo, a falta de sintonia consigo mesmo, com sua essência, que os faz sentirem um vazio que não sabem de que, abrindo mão do ser para ter. E isso se reflete em todos os seus relacionamentos.
Estamos vivendo num mundo de incertezas, de valores invertidos, tudo o que é importante como honestidade, auto-respeito, respeito ao próximo, consideração, lealdade, afeto, educação ao se dirigir a outras pessoas, principalmente mais velhas, virou coisa do passado, “não tá com nada”. Agora é cada um por si e os outros, só se e enquanto trouxerem vantagens.
Às vezes me percebo a pensar até onde o ser humano que existe dentro de cada um, agüentará essa situação, esse descaso e, pior ainda, a agressividade e a violência das autoridades que atiram para matar, sem olhar a quem, e dos jovens que matam seus pais, avós e seus próprios filhos. Quem são ou serão as crianças que assistem e vivenciam isto? Se cada vez mais rápido as coisas pioram, onde chegaremos?
Sabe-se que existe uma minoria que já está fazendo uma caminhada na busca de aprimorar-se para aprimorar nosso mundo. Benditos sejam, pois só com a vivência, o exemplo, se consegue sucesso nessa busca.
A humanidade precisa rever seus conceitos - começando em casa - levantar a bandeira dos verdadeiros valores universais com coerência e congruência, apaziguar sua alma libertando-a de tudo que não seja de sua natureza como pensamentos, crenças e emoções negativas, dando-lhe o único alimento que sacia sua fome e a nutre: o puro amor, a integridade do ser, a retidão de caráter, para que assim, possamos passar aos nossos sucessores um mundo melhor, de pessoas honestas, justas e solidárias onde o amor e a amizade sejam verdadeiros e tenham a eternidade como prazo de validade.

QUALIDADE DE VIDA x PRODUTIVIDADE

Ana Beatriz Medeiros Brito

Já há bastante tempo digo que: “Trabalho para ter Qualidade de Vida”, percebo o tempo passar cada vez mais rápido. Sento na frente do computador para fazer alguma tarefa ou, até mesmo, para ler meus e-mails e o tempo voa. Se chega uma pessoa para falar de qualquer outro assunto, parece que perdi um enorme tempo, às vezes chego à pensar que eu é que estou lenta e me pego pensando: “Quando vou conseguir fazer tudo no meu tempo? O que realmente é perda de tempo?” E me dou conta que sempre dá tempo.
Já ouvi muitas pessoas falando de “Qualidade de Vida” como se isso dependesse de outras pessoas (familiares, amigos...), da empresa em que trabalham ou do governo, não se responsabilizam por nada que lhes acontece, vivem à mercê de expectativas. O que realmente é Qualidade de Vida? Como conseguir essa condição tão comentada e desejada?
Na Empresa em que trabalhei, no consultório, na roda de amigos, na rua, vejo o corre-corre das pessoas, leio e ouço os grandes papas da administração falarem de globalização, corporativismo, sinergia e outros, é a totalidade em detrimento da unicidade. Mas o “Ser Humano” não é especial, único?... Sim, é verdade, e também necessita da convivência e parceria, porém, antes, precisa ser reconhecido e tratado como único, precisa cres-cer (SER), para então poder compartilhar o que tem de melhor.
Para atender as exigências de mercado, o profissional precisa estar muito bem preparado, isto é, formado e informado. Para isso as pessoas são incentivadas à correrem cada vez mais atrás dessas exigências que por trás exigem muito trabalho para poderem pagar toda essa qualificação indefinida, para concorrer brutalmente com qualquer um para ser o melhor para alcançar um futuro melhor, sem saber muito bem o que é esse melhor e como atingir essa exigência nada clara. Então entram em um imenso stress e, muitas vezes, chegam aos consultórios em desespero por nunca atingirem seus objetivos e, principalmente, por terem saído de seu estado natural, se desestruturado sem saber o porquê e se realmente valeu a pena. Vivem se preparando para o futuro sem viver o PRESENTE e o resultado é a miséria.
Dos “Programas de Qualidade”, aderidos pelas mais diversas empresas, o “Do It Now” (Faça Já) com uma preocupação muito maior com o crescimento da organização do que o do “Ser Humano” e suas necessidades, limitações. Limitações sim, ou todos ou, pelo menos, a grande maioria ou aqueles que criticam, já ascencionaram?
Recebo e-mails falando da aceleração do tempo, que já não temos mais tempo e, ao mesmo tempo recebo outros questionando a "pressa" e a "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser", como um que recebi há bastante tempo de um amigo, com o título de “Slow x Fast”, de autor desconhecido, mas que fala justamente de um assunto bem conhecido para mim.
Concordo plenamente com o autor quando diz que: “...essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress". Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer e das pequenas comunidades. Do "local", presente e concreto, em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé”. Acrescento aqui, solidariedade, atenção e consideração com o próximo, percebo que estamos carentes disso.
“Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo, onde seres humanos felizes fazem, com prazer, o que sabem fazer de melhor.” Diz o autor da mensagem.
À cada curso que faço e coloco em prática, como “Programação Neurolinguística” (PNL) com sua tecnologia avançada, objetiva e prática para realizar mudanças úteis para nós mesmos, e o “Coaching Integrado”, mais recente e tanto ou mais objetivo ainda, entendo e aceito a ideia de que é possível fazer ligação destes dois estados (Qualidade de Vida e Produtividade), pois aprendo como fazer e ajudar as pessoas a unirem o útil ao agradável em tempo curtíssimo, isto é trabalhar-nos para sermos o melhor conseguindo agilidade como competência para aumentar a qualidade de vida, tirar o melhor da vida, realmente ser feliz. Começando no agora (PRESENTE) para frente, parar de perder tempo com o que passou, assumindo a responsabilidade pela própria vida e resultados.
A PNL é um estudo das experiências internas, que oferece um meio de autoconhecimento, acesso e desenvolvimento do potencial criativo, estuda como a mente trabalha e pode ser entendida como um sofisticado processo educacional. Ela permite às pessoas aprenderem a usar seu cérebro e suas palavras, a comandar suas reações e a administrar suas forças e recursos pessoais, alocando-os nos momentos e contextos desejados; mudança de crenças e valores, alinhando-os com seus objetivos. É a ciência que permite a adequação dos processos mentais às metas pessoais.
Uma das técnicas da PNL é a Terapia da Linha do Tempo, que nos permite eliminar emoções negativas, definir objetivos e colocá-los no futuro; é uma das mais eficientes e eficazes técnicas de Psicoterapia breve.
“Coaching é um processo focado em ações do coachee (cliente) para a realização de suas metas e desejos. Ações no sentido de desenvolvimento de suas próprias competências, equipando-o com as ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandir, usando: 1. O processo de investigação e reflexão; 2. Descoberta pessoal dos pontos fracos e das qualidades; 3. Aumento da consciência de si; 4. Aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida; 5. Estrutura do foco; 6. Feedback realista; 7. Apoio.” (Rhandy di Stéfano)
O coaching integrado é a integração do melhor de várias escolas de coaching e habilita o profissional (coach) a trabalhar com os mais diversos tipos de coaching existentes: Coaching Executivo (desenvolver liderança e competências profissionais); Coaching Racional (minimizar emoções negativas); Coaching de Adversidade (lidar eficientemente com adversidades); Flow (Fluir gerar Qualidade de Vida); Peak Performance (alto desempenho); Coaching Pessoal (superar limites auto-impostos); Inteligência Emocional (desenvolver competências emocionais).
A diferença entre Coaching e Psicoterapia:
Psicoterapia - ajuda as pessoas a atingirem seus objetivos a partir da resolução de traumas. Foco na resolução do trauma que causa a dor, na resolução do passado.
Coaching - foco em ajudar pessoas a avançar em direção às suas metas mais importantes, conduzindo-o ao desenvolvimento das competências necessárias para realizar seus objetivos. O foco é nas possibilidades futuras e como transformá-las em realidade.
O mais importante de tudo isso é saber que para tudo e para cada pessoa tem uma forma mais apropriada, é só uma questão de consciência, vontade e opção, pois as ferramentas para fazer acontecer, o universo se encarrega de oferecer, basta apanhá-las e usá-las, pois o conhecimento por si só não resolve nada, para que dê certo é necessário colocá-lo em prática.

AS EMOÇÕES NA SUA VIDA

Ana Beatriz Medeiros Brito

Algumas pessoas, por temerem a intensidade da sensação de incapacidade, tristeza, mágoa e rejeição, passam pela vida pisando em ovos, como se diz popularmente, tentando evitar sentimentos perigosos. Nesse processo deixam de experimentar muitas coisas valiosas da vida como: discutir com o companheiro, visitar um amigo deprimido, desafios profissionais, entre outros.
Outras pessoas, por sentirem medo, incapacidade e dúvida, ficam impedidas de tomar uma decisão e correr um risco, assim, jamais conseguem expressar seu potencial; estão como que paralisadas. Exemplos disso são o do homem que ao perder o emprego, entra em depressão profunda e perde oportunidades valiosas de se estabelecer em um novo emprego ou mercado, o da mulher que separada do marido, sente-se incapaz de refazer sua vida e entrega-se ao desleixo, apesar de ser bonita, atraente e inteligente e o adolescente que temendo fracassar ou fazer um papel ridículo, deixa de aprender novas habilidades como: dançar, falar em público, desenhar.
Muitas pessoas são abatidas por suas emoções de forma arrebatadora, pois são afastadas dos pensamentos ou atividades em que estavam envolvidas e, finalmente, elas desistem de atingir seus objetivos.
Outras pessoas, ainda, deixam-se seduzir pela sensação de conforto que algumas poucas emoções familiares lhes trazem e, com isso, deixam de experimentar uma gama de emoções novas, tornando suas vidas profundamente empobrecidas.
Há pessoas que são escravas das emoções de outras pessoas. Se o marido, o filho, a amiga estão felizes e tranqüilos, ela também está. Seu equilíbrio emocional depende do humor dos outros.
Em seus esforços para eliminar a dor de certas emoções desagradáveis ou para conseguir um estado de prazer, algumas pessoas tornam-se escravas das drogas ou adquirem alguma doença fisiológica; pois está clinicamente provado que muitas doenças fisiológicas são o resultado da sujeição crônica a emoções como medo, humilhação, preocupação, raiva, sensação de incapacidade, desamparo, entre outras. Depois de certo tempo, essas emoções podem gerar níveis perigosos de stress, que levam à pressão alta, úlceras, doenças cardíacas e outros distúrbios degenerativos.
Leslie, Bandler e Michael, em seu livro “O Refém emocional”, dizem que essas pessoas tornam-se refém de suas emoções e como tais, passam grande parte de suas vidas a serviço de suas emoções, sacrificando suas vidas pelas emoções, em vez de colocar as emoções a serviço de suas vidas.
O sentimento de uma pessoa afeta seu comportamento e vice-versa, mas ainda assim podem ser distintos e podem ser bem diferentes em determinado momento.
Uma emoção é uma reação de sentimento completa. Emoções são sensações mais intensas, por isso mobilizam mais que os sentimentos, estes mobilizam menos por serem sensações de menor intensidade.
Pode-se classificar as emoções em categorias amplas, como: “positivas”, “negativas” e “Agradáveis” e “desagradáveis”. Entretanto é bom que fique claro que as classificações não são, por si só, emoções e reconhecer emoções não é tão automático e óbvio quanto se poderia pensar, mas para que se possa fazer escolhas emocionais, é necessário ter uma maneira de reconhecer as emoções que se apresentam em cada momento.
As emoções são reações subjetivas. As emoções são diferentes das sensações corporais que podem estar acontecendo no mesmo momento. As emoções são diferentes dos comportamentos que ajudam a gerar. As emoções são diferentes dos julgamentos de valores que fazem sobre elas.
Mesmo que uma emoção pareça muito desagradável, ela é válida enquanto sinal. Isto é, mesmo as emoções mais desagradáveis têm atributos funcionais que podem ser úteis se reagirmos a elas como sendo mensagens importantes sobre as nossas necessidades. O primeiro passo para usar as emoções é reconhecer seus avisos. O segundo é reagir de forma adequada à mensagem. examinemos alguns exemplos:
- O atributo funcional do arrependimento indica o que poderia ou deveria ter sido feito de forma diferente em uma situação do passado.
- O atributo funcional da culpa ou vergonha é assinalar que a pessoa violou um padrão pessoal e é necessário assegurar-se para não repetir o mesmo erro no futuro.
- O atributo funcional da ansiedade, que é similar ao medo, nos faz sentir que há algo no nosso futuro para o qual precisamos nos preparar melhor.
- O atributo funcional do ciúme mostra à pessoa que ela está achando que sua felicidade emocional está em perigo e que é necessário fazer algo a respeito.
- O atributo funcional da opressão, sinaliza que precisamos reavaliar e estabelecer prioridades para as tarefas que queremos nos impor, pois opressão geralmente resulta da tentativa de atingir objetivos muito importantes ou numerosos num período limitado.
- O atributo funcional da raiva informa que precisamos fazer algo para evitar que a nossa felicidade seja prejudicada, ou impedir que isso venha a acontecer no futuro.
O atributo funcional é o ponto chave da utilização da emoção, pois no momento que é especificado em uma emoção em especial, imediatamente a transforma em um investimento valioso, que deve ser usado. O atributo funcional de uma emoção desagradável especifica o que é necessário fazer para reagir de forma adequada àquela emoção.
Portanto, precisa-se lembrar que as emoções desagradáveis só são úteis quando bem utilizadas, se não são bem utilizadas, tornam-se negativas.
Uma das formas de utilizar as emoções desagradáveis ou negativas pode ser canalização. Pôr exemplo, o medo - em vez de tentar sufocá-lo, observe-o, caminhe em sua direção. Você ficará cada vez mais apavorado, até que, num dado momento, ele desaparecerá porque não existe, é um fantasma. A tristeza - utilize-a para escrever poesias ou pintar, ela é uma tremenda energia inspiradora. A raiva - empregue-a naquele afazer que sempre relegou à segundo plano, é uma grande energia de vontade. A angústia - é uma grande energia purificadora, como as chamas do inferno. Quando você aceita a angústia, ela queima a cauda, e quando chega o momento do fato, ele nunca acontece.
Na Terapia Linha do Tempo, criada por Tad James, trabalha-se neutralizando as emoções negativas através do aprendizado e limpeza do acúmulo, e reconhece-se como emoções negativas básicas, a raiva, a tristeza, o medo, a mágoa e a culpa.
Toda emoção é importante porque é uma reação normal do organismo, de proteção, de defesa. Mas quando há um acúmulo desta emoção - porque não foi convertida em aprendizado - o nosso organismo se enfraquece e começa a adoecer.
As emoções desagradáveis ou negativas, se estabelecem quando passamos por experiências com as quais não aprendemos, então o inconsciente, que tem como missão principal preservar nossa integridade física, reprime as memórias com emoções negativas e libera a emoção como um aviso de que ainda não aprendemos o suficiente para vivenciarmos experiência semelhante, daí então, além de nos avisarem que precisamos aprender sobre algo, também nos impedem de atingir nossos objetivos, de acordo com sua carga e conteúdo.
Sabe-se, também, que reprimir emoções negativas é a maior causa das doenças psicossomáticas, que muitas vezes explodem da pior forma possível. Experiências comprovam que o acúmulo de raiva pode causar ataque do coração; a tristeza enfraquece o sistema imunológico e causa depressão; em conseqüência do medo, aparece o stress excessivo, DSPT (Distúrbios de stress pós traumáticos); a culpa diminui a energia de cura e impede a pessoa de se sentir merecedora; o conflito ou mágoa não elaborada, volta-se para o interior da criatura, alojando-se em determinado órgão e produzindo somatizações, notadamente , na formação de displasias e tumores.
Portanto é importante lembrarmos que as emoções negativas são uma ilusão, um fantasma e, por isso, precisam e podem ser neutralizadas para que apareça a única verdadeira e real emoção que é o amor, que abre caminhos e nos ajuda a despertar nossa força criativa para a concretizar nossos sonhos.



Bibliografia:
O Refém emocional
Terapia da Linha do Tempo
Apostila do Curso TLT

terça-feira, 2 de junho de 2009

RELACIONAMENTO AFETIVO-AMOROSO

Ana Beatriz M. Brito

Escuto muito as pessoas falarem de dificuldade em conseguir e/ou manter um bom relacionamento afetivo-amoroso.
As mulheres queixam-se: "Não existem mais homens bons para se relacionar" "Os bons estão todos comprometidos" "Eu não consigo arrumar namorado" "Meus relacionamentos nunca dão certo".
Os homens, por sua vez, também reclamam ou das atuais companheiras ou da falta de alguém legal para se relacionarem.
Relacionamento é o ato ou efeito de relacionar ou relacionar-se. É convivência. Conhecimento recíproco entre pessoas. É um verdadeiro exercício da inteligência, pois exige análise e dedicação constantes.
Através do relacionamento com nossos pais, professores, amigos, familiares, e amantes, aprendemos e nos tornamos quem somos. Além disso, ao longo de nossas vidas, também mantemos um relacionamento conosco mesmos e, da qualidade deste relacionamento, dependem nossas relações com as outras pessoas. Nossa felicidade e qualidade de vida estão diretamente relacionadas à forma como nos relacionamos.
Embora qualquer ser humano possa ter uma vida completa sozinha, a maioria das pessoas precisa e busca um relacionamento que dê certo para que este seja a base de sustentação sobre a qual construirá o resto de suas vidas. Para muitos, amor, companheirismo, parceria, confiança e intimidade são tão vitais quanto a água e o ar.
Mas o certo é que os requisitos para um bom relacionamento são diferentes para cada pessoa, então todos os relacionamentos são diferentes, pois vivemos no mesmo mundo, no entanto o percebemos e experenciamos de maneiras diferentes devido a variedade de vivêncas, crenças e expectativas que temos.
Algumas pessoas, em busca de um bom relacionamento, acabam construindo verdadeiro inferno em sua vida e na de seu parceiro. Procuram em cada pessoa que se relacionam um complemento para si próprias. Acreditam que o relacionamento perfeito é aquele em que um completa do outro e assim, levadas pela carência afetiva e/ou sentimento de rejeição, criam uma relação de dependência sufocante para si e para o parceiro que não tenha a carência correspondente ou complementar que feche a corrente. As queixas mais comuns são: “Ele não me faz feliz” “Não sei viver sem ela” “Só vou ser feliz quando ele...”
Vale lembrar que um relacionamento baseado em dependência é insano, pois mostra a falta de inteireza dos relacionados e isso é ilustrado pelas expressões: “metade da laranja” “cara metade”...
Uma relação afetivo-amorosa saudável e completa é aquela onde duas pessoas inteiras se unem para compartilhar e somar, não porque dependem um do outro mas porque sentem prazer em estarem juntas, em conversar, conviver, compartilhar idéias e planos, enfim, uma relação em que as duas pessoas caminham juntas na mesma direção.
Outras pessoas fazem seu inferno mantendo uma relação de ciúme infundado e doentio, fruto do medo ou pânico da perda, baixa auto-estima e poder pessoal, que gera insegurança e ansiedade obsessiva chegando à violência e consequetemente às portas das delegacias ou até às selas dos presídios.
As pessoas costumam dizer que o ciúme é o tempero do amor. Será? Ou isso é uma desculpa para sua insegurança e falta de confiança em si mesmo e no outro?
A função essencial do ciúme, quando existe alguma real situação de perigo, é comunicar ao outro a possibilidade de ameaça afetiva, mas toda relação tem risco e a pior resposta ao ciúme é a rejeição a esse sentimento, pois o ciúme mais intenso gera magoa no outro que responde ainda mais ofendido. Este clima emocional de ciúme e mágoa cresce e torna a relação muito difícil. Entretanto, é o equilíbrio da relação que está em jogo, não necessariamente a sanidade das pessoas.
As melhores respostas aceitam o sentimento de ciúme do outro, de modo a que as duas pessoas possam refletir sobre si mesmas discutir juntas a real possibilidade do risco da relação. Isto geralmente produz um clima de concordância possibilitando o equilíbrio e a continuidade de um bom relacionamento afetivo.
As pessoas poderão aprender a considerar com naturalidade os riscos do relacionamento sinalizados pelas emoções e essa perderão a intensidade que incomoda.
Algumas mulheres, ainda, buscam o príncipe encantado, montado no cavalo branco cheio de amor e principalmente dinheiro, pronto para satisfazer todos os seus caprichos - esquecendo até da famosa luta pela igualdade de direitos entre mulheres e homens - e alguns homens buscam a virgem cinderela com seu pezinho delicado, mas muita força para fazer o trabalho pesado, satisfazer os seus desejos e aguentar as intempéries de humor do príncipe mimado. Estes esquecem de olharem-se no espelho para descobrirem que não são tão aristocratas assim e que podem decepcionar príncipes e princesas vindos de outros castelos - ninguém é perfeito.
Outras pessoas, ainda, buscam um relacionamento cheio de paixão e tesão eternos, que movimentem suas vidas, que apague todas as outras necessidades, que as motivem e impulsionem para frente. Pobre do parceiro, quanta responsabilidade! Não se dão conta que o sexo é somente um complemento de uma relação saudável e feliz e que essa mesma paixão e tesão impulsionadora pode ser encontrada em qualquer área da vida. A empolgação pelo sexo não compensa a falta de dinheiro, amizade, realização profissional, por exemplo. Então primeiro devem, através do autoconhecimento, descobrir em que área está a sua carência e resolvê-la.
Nossa vida não se resume só em relacionamento afetivo, existem outras áreas que precisam de nossa atenção para o seu desenvolvimento e nosso funcionamento perfeito, é como se cada área fosse uma engrenagem de um único sistema que trabalha para nossa evolução e felicidade.
Pode-se dividir esse sistema nas seguintes áreas (engrenagens): Lazer/Recreação, Profissional, Financeira, Relacionamento íntimo, Relacionamento Social, Espiritual, Família, Saúde Física, Saúde Emocional e Intelectual.
Todas essas áreas têm igual importância, mas, às vezes, por não olharem para si mesmos, as pessoas não se conhecem, cuidam muito de uma área em detrimento de outras e acabam fazendo com que essa que não está sendo atendida, enfraqueça as que são mais trabalhadas, assim essas pessoas se descompensam e buscam essa compensação na relação afetiva, exigindo do parceiro o que ele não lhes pode dar, por mais que se esforce.
Também já vi bastante a busca pela “alma gêmea”, por parte dos equivocados que pensam que “alma gêmea” tem que ser seu par romântico e perfeito, quando pode ser qualquer pessoa de suas relações ou não. E tenho visto casamentos de anos infelizes ou desfeitos porque, principalmente a mulher, desconfia que seu parceiro não é sua “alma gêmea”.
O que as pessoas precisam dar-se conta é que o relacionamento ideal, aquele recheado de amor, companheirismo, parceria, confiança e intimidade, não tem base na paixão/tesão, obsessão, dependência, cobrança e esperança que um dia ele ou ela mude e se transforme naquele(a) que eles querem para si. O bom relacionamento é o construído no dia-a-dia pelos dois membros do casal, com diálogo baseado na autopercepção, conhecimento do outro, respeito, flexibilidade e aceitação das diferenças individuais, percebendo e aceitando as mudanças que vem com o passar dos anos, isto é, maturidade e boa convivência, apesar das diferenças, das adversidades e das outras pessoas.
O que muitas pessoas buscam em seus parceiros é o que deveriam buscar dentro de si mesmos, através do autoconhecimento, desenvolvimento de auto-estima e poder pessoal para evoluirem e tranformarem-se em pessoas maduras, prontas para viverem um bom relacionamento. E isso, muitas vezes, só é possivel encontrar através de uma boa terapia.

domingo, 3 de maio de 2009

Nossas Crenças x Nossas Realizações

Psic. Ana Beatriz Medeiros Brito

Nossas crenças influenciam profundamente nosso comportamento, elas são uma parte importante de nossa personalidade e a base das nossas realizações pessoais; é difícil aprender ou fazer alguma coisa sem acreditar que ela será importante, prazeirosa e útil.
Crenças são filtros inconscientes de nossa realidade, são princípios orientadores, mapas internos que usamos para dar sentido ao mundo; o que acreditamos forma nossa realidade. As crenças são expressas em termos muito simples como: “Se eu fizer... acontece...“, “Eu posso...”, “Eu não posso...”, o que se traduz em: “Eu devo...”, “Eu tenho que...”, “Eu não tenho que...”.
As crenças nascem de muitas fontes: de nossa educação, de exemplos de pessoas importantes, de traumas passados e de experiências repetidas. Criamos crenças através da generalização de nossa experiência do mundo e de outras pessoas. Algumas crenças vêm da cultura e do ambiente em que nascemos e vivemos. As expectativas das pessoas que são importantes para nós criam crenças, por isso, precisamos tomar cuidado com as nossas crenças em relação aos outros, como agimos, o que dizemos, principalmente para as crianças, isso gera crenças nelas. Ex: Se repetirmos para uma criança, adolescente ou até um adulto: “Você está sempre atrasado...”, “Você nunca consegue... “, “Coitadinho... ele tem dificuldade de...”, “Você é inteligente, tenho certeza que se sairá bem.”, ela pode acreditar e se tornar isso.
“Em uma pesquisa, uma turma de crianças de idêntico QI foi dividida em dois grupos. Os professores foram avisados de que um dos grupos tinha um QI mais alto e que, portanto, devia se sair melhor do que o outro. Embora a única diferença entre os dois grupos fosse a expectativa dos professores (uma crença), o grupo supostamente dotado de QI mais alto obteve melhores resultados em testes posteriores.” (Joseph O’Connor e John Seymour)
Então, de acordo com as experiências de cada pessoa, ela vai ter crenças que a limitam e crenças que a impulsionam para atingir seus objetivos.
Quando acreditamos em alguma coisa, agimos como se isso fosse verdade e é difícil provar o contrário porque as crenças atuam como filtros perceptivos muito fortes. Os acontecimentos passam a ser interpretados com base nessa crença, e as exceções só servem para confirmar a regra. Ex: Se uma mulher acredita que quando tropeça numa pedra é porque tem alguém querendo roubar seu namorado, quando isso acontece ela fica furiosa e já começa a procurar em suas relações a “desgraçada” que seria capaz disso. E faz tudo (processo inconsciente), para que isso se realize e dê suporte à sua crença.
Nosso comportamento mantém e reforça a regra. A crença não é só um mapa do que aconteceu, mas também um esboço para futuras ações.
Crenças positivas funcionam como uma autorização para colocar em prática nossas capacidades. As crenças criam resultados. Há um provérbio que diz: “Quer você acredite que pode ou não pode fazer algo... você está certo.”
Geralmente as crenças limitadoras envolvem a frase: “Eu não posso...” Se acreditamos que a frase “não posso...” descreve nossa capacidade presente e futura - em vez de ser apenas a descrição do nosso comportamento atual - estaremos programando nosso cérebro para fracassar, o que nos impede de descobrir nossas verdadeiras capacidades.
Os sistemas de crença são a grande moldura de qualquer trabalho de mudança, por isso às vezes torna-se tão difícil mudar um comportamento, uma reação ou atingir um objetivo, não acreditamos que é possível. E a simples mudança de crenças sempre faz com que o comportamento se modifique.
De todas as crenças que você formou, a maioria é boa, talvez 90% e você seria um tolo se as mudasse, como por exemplo: “As pessoas não devem mentir, colar e roubar.” “As pessoas devem se amar.” “Trabalho e lazer são benéficos.” “É fácil ganhar dinheiro, basta se dispor a isso.”
Mas muitas pessoas têm algumas crenças que acabam com suas chances de serem felizes, pois, com freqüência, as causas de insucessos encontram-se em crenças negativas, como por exemplo, quando acreditam que os outros são os responsáveis por seus resultados, como: “Se meu marido conversasse mais...” “Se ao menos meus filhos cooperassem...” “Se minha mulher fosse mais afetiva...”, ou crenças do tipo: ”Dinheiro não traz felicidade.” “É muita areia para meu caminhãozinho.”, entre outras.
A melhor maneira de descobrir do que somos capazes é fingir que podemos fazer qualquer coisa. Aja “como se” você pudesse, o que não puder fazer, realmente, você não fará.
As crenças não nascem conosco, elas mudam e se desenvolvem. Então podemos escolher nossas crenças, deixando de lado as que nos limitam e criando outras que tornarão nossa vida mais prazeirosa e mais eficiente.

Para mudar uma crença é preciso:
1) Acreditar que é possível mudar.
2) Ser congruente com o objetivo desejado
3) Saber como proceder
Procedimentos para mudar uma crença:
1) Identificar o estado desejado - nosso objetivo, onde quer chegar.
2) Identificar as crenças que tem em relação à esse objetivo (identificar as que favorecem e as que limitam)
3) Identificar crenças substitutas mais úteis
4) Utilizar técnica para mudá-las.
Os criadores da programação Neurolinguística, desenvolveram diversas técnicas para que você possa, de maneira rápida e segura, identificar, criar e mudar as crenças que você desejar.

sábado, 2 de maio de 2009

Programação Neurolinguística

A Programação Neurolinguística – PNL – representa uma atitude e uma maneira de estar no mundo, que não podem ser transmitidas simplesmente num texto. É um modelo de como as pessoas estruturam sua experiência. É uma maneira de entender e organizar a fantástica e bela complexidade do ser humano.

Definida como sendo a ciência e a arte de aliciar a excelência do ser humano, pois auxilia o homem a utilizar seu cérebro de maneira favorável para alcançar os resultados que deseja; a PNL é um sistema para descobrir, compreender e utilizar comunicações que produzem mudanças positivas e de crescimento pessoal. “A PNL é um manual de instruções do cérebro humano”, como define Richard Bandler.

É uma disciplina distinta que se desenvolveu a partir da Psicologia, da Lingüística e da Neurofisiologia, evoluindo para um modelo próprio. Fundamentada sobre a prática, fornecendo ao seu usuário um conjunto de poderosas ferramentas da comunicação, da mudança e da pesquisa sobre comportamentos, que podem ser aplicadas eficientemente em qualquer interação humana, portanto em qualquer contexto, para melhorar a comunicação com as outras pessoas e consigo mesmo, a PNL pode ser vista como um caminho para o autoconhecimento e evolução.

Programação Neurolinguística quer dizer: PROGRAMAÇÃO – processo de organizar os componentes de um sistema para alcançar resultados específicos. NEURO – sistema nervoso, através do qual a experiência é recebida e processada através dos cinco sentidos (visão, audição, tato, olfato, gustação). LINGÜÍSTICA – linguagem e sistemas de comunicação não verbal, através dos quais as representações neurais são codificadas, ordenadas e recebem significado. Incluem imagens, sons, sensações/ sentimentos, sabores, odores, palavras.

A PNL é um estudo das experiências internas, que oferece um meio de autoconhecimento, acesso e desenvolvimento do potencial criativo, estuda como a mente trabalha e pode ser entendida como um sofisticado processo educacional. Ela permite às pessoas aprenderem a usar seu cérebro e suas palavras, a comandar suas reações e a administrar suas forças e recursos pessoais, alocando-os nos momentos e contextos desejados. É a ciência que permite a adequação dos processos mentais às metas pessoais.

A PNL foi desenvolvida, a partir de 1975, por Richard Bandler, um expert em computação e lógica, que na época estudava psicologia na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, e por John Grinder que era professor de lingüística na mesma universidade. Eles partiram do princípio lógico de que, se alguém é capaz de fazer algo com excelência, se modelarmos cada ação da pessoa, poderemos também fazer o mesmo. Então decidiram estudar os processos mentais de pessoas que sabiam fazer algo excepcionalmente bem ou que haviam vencido, completamente, algum tipo de dificuldade e daí surgiram as técnicas que cada vez mais são utilizadas em muitas disciplinas no mundo inteiro. No Brasil, o primeiro workshop de PNL, foi realizado em 1979, no Rio de Janeiro, dirigido por John O. Stevens (que depois trocou seu nome para Steve Andreas) e organizado por Décio Cassarini e o primeiro livro de PNL, traduzido e publicado no Brasil, foi “A Estrutura da Magia”, em 1977.

A PNL dispõe de técnicas que possibilitam uma transformação de limitações em qualquer nível, seja Espiritual, de Identidade, Crenças e Valores, Capacidades, Comportamentos ou Ambiente e, quanto mais alinhados estes níveis estiverem, mais a pessoa sente Bem Estar, Confiança, Segurança, Bom Humor, Tranqüilidade, Harmonia, Paz, Saúde, Prosperidade e, como conseqüência, aumenta sua possibilidade de evolução, pois estando com estes estados internos, consegue ficar mais atenta, mais presente, mais consciente de cada momento de sua vida. Por isso a PNL pode ser também chamada de Linguagem da Nova Era.

Referências Bibliográficas: “Introdução à Programação Neurolingüística”, Joseph O’Cornnor e John Seymour (Summus); apostila do curso de “Practitioner de Programação Neurolingüística”, George Vitorio Szenészi; Golfinho - Informativo de PNL.

(artigo publicado no portal 3º Milênio em julho/2002)

Terapia da Linha do Tempo

Ensinada e difundida nos cinco continentes, em mais de 100 centros de formação credenciados, a Terapia da Linha do Tempo - TLT, criada a partir de 1985 por Ted James, um dos co-criadores da Programação Neurolingüística, é considerada uma das mais belas e poderosas terapias desenvolvidas dentro das modernas pesquisas sobre a mudança emocional. A rapidez com que são efetuadas as mudanças efetivas surpreende seus usuários. Portanto, é uma excelente forma de terapia breve.

Sabe-se que a dificuldade das pessoas em conquistarem seus objetivos e realizarem seus desejos, está diretamente ligada a falta de especificação dos seus objetivos, decisões limitantes e a emoções negativas. As emoções negativas existem devido às experiências negativas passadas, com as quais não aprenderam. A TLT possibilita a limpeza dessas experiências transformando o acúmulo dessas emoções negativas, sendo as principais: raiva, tristeza, mágoa, medo e culpa, em aprendizados que servirão de recursos futuros e a mudança de decisões limitantes para decisões que impulsionam. Limpa-se o acúmulo, pois sempre precisaremos das emoções como sinal de alerta.

A Terapia da Linha do Tempo trabalha com o conceito de “causa-raiz”. Encontra de maneira direta o evento mais antigo de um encadeamento emocional limitante, que é reestruturado de modo a substituir as emoções de todo o encadeamento por aprendizados e compreenções, como explica George Vitorio Szenészi.

Aqueles que se utilizam desta técnica, que tem sido um instrumento eficaz para que qualquer pessoa organize sua vida de maneira que possa realizar seus projetos, podem conhecer e controlar sua máquina interna do tempo, aprender a acessar seu inconsciente, eliminar decisões empobrecedoras, livrar-se do poder destrutivo das culpas, neutralizar tristeza do passado, mover-se do medo para o poder, dissipar efeitos de experiências negativas, reavaliar programações inapropriadas, aprender a traçar objetivos claros e motivadores e, com isso, estabelecer e alcançar seus objetivos pessoais e profissionais, criar relacionamentos ideais, construir a carreira desejada, atingir objetivos espirituais, aumentar sua renda, cuidar da saúde, manter um peso ideal, transformar desafios em realizações, alcançar metas profissionais, comprometer sua equipe de trabalho com resultados desejados.

“A idéia de “linha do tempo” surgiu com Aristóteles na Antiga Grécia, em seu trabalho “Física IV”. William James escreveu sobre este tema em 1890. Mais recentemente o americano Tad James PhD, desenvolveu a Terapia da Linha do Tempo integrando os conceitos de Linha do Tempo, de William James e de Perspectiva Temporal das Emoções, de Leslie C. Bandler, com a incorporação da linguagem desenvolvida pelo criador da moderna hipnose clínica e terapia estratégica, Milton Erickson, MD. Trata-se de uma técnica simples e revolucionária de usar estes conceitos para neutralizar emoções negativas e solucionar problemas emocionais.

Referências Bibliográficas: “A Terapia da Linha do Tempo”, Tad James e WyattWoodsmall (ed. Eko); Golfinho, informativo de PNL; Metaprocessos.

(artigo publicado no portal 3º Milênio em abril/2002)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Psicoterapia

Conjunto de técnicas para ajudar as pessoas na resolução de traumas passados. Foco na resolução do trauma que causa a dor, na resolução do passado para que possa avançar, livre e confortavelmente em direção à metas futuras.

A pessoa busca quando não se sente feliz, ou está vivendo algum conflito ou sofrimento e não consegue superá-lo. Quando se percebe portador de transtornos emocionais, como pânico, fobia, depressão, ansiedade, conflitos internos, baixa auto-estima ou quer limpar crenças, pensamentos e emoções que dificultam sua vida, resolver perdas significativas, entre outros.

Individual – favorece a privacidade e um atendimento mais direcionado às necessidades do indivíduo. Pode ser feita à domicílio, quando o cliente tem dificuldade para deslocar-se.

Em Grupo – Favorece a socialização, desinibição e pode acelerar a mudança quando, ao conhecer histórias semelhantes a sua, o indivíduo descobre que não é o único a viver o problema. E o custo torna-se mais acessível.

OBJETIVOS:
- Ajudar as pessoas a terem maior consciência de si mesmo e de suas possibilidades
- Melhorar a qualidade de vida, eliminando ou amenizando sofrimentos
- Resolução de perdas ou luto
- Dissolver emoções negativas
- Eliminar bloqueios emocionais
- Mudar crenças
- Preparação para cirurgias ou qualquer procedimento médico, onde o paciente sinta-se inseguro.
- Neutralização de Efeitos de Experiências Negativas
- Capacitar a pessoa a buscar seus objetivos de forma saudável e efetiva

PROCEDIMENTOS:
- Encontros semanais ou quinzenais, de acordo com a necessidade e realidade de cada pessoa
- Motivo da busca
- História pessoal
- Identificação de objetivos para a terapia
- Utilização de técnicas adequadas.
- Avaliação
- Encerramento, de acordo com o cliente

BENEFÍCIOS:
- Aumento da consciência de si
- Melhora da auto-estima
- Aumento do poder pessoal
- Neutralização de emoções negativas
- Melhora do desempenho em qualquer área
- Vida mais saudável e feliz

Coaching

Coaching é um processo de desenvolvimento de potencial pessoal e/ou profissional pelo qual o Coach (profissional) ajuda o coachee (cliente) a ser a melhor pessoa que pode ser, visando atingir os objetivos do coachee ou da empresa, dependendo de quem contratou e como o coach foi contratado.

Enquanto a Psicoterapia ajuda as pessoas a atingirem seus objetivos a partir da resolução de traumas do passado – foco na resolução do trauma que causa a dor –, o Coaching ajuda as pessoas a avançarem em direção às suas metas mais importantes. O foco é nas possibilidades futuras e como transformá-las em realidade. Pode ser desenvolvido num processo individual ou em grupo.

Objetivos:
Coaching Pessoal - Desenvolvimento das competências necessárias para realizar seus objetivos.
Coaching Empresarial - Desenvolver talentos da equipe, preparando-os para mudanças na empresa ou para ocupar novos cargos, auxiliando na criação e execução de metas.

Procedimentos:
Reuniões periódicas com coachee, para estabelecimento de metas, avaliação das ações e progressos e estabelecimento de novos desafios, usando:
- O processo de investigação e reflexão;
- Descoberta pessoal dos pontos fracos e das qualidades;
- Técnicas de desbloqueio;
- Estrutura do foco;
- Feedback realista;
- Apoio.

Benefícios:
- Aumento da consciência de si;
- Aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida;
- Desenvolvimento de competências;
- Capacidade de transformar metas em realidade.

Consultoria Pessoal

Indicada para indivíduos ou grupos que percebam falhas nos seus relacionamentos pessoais, amorosos, familiares e profissionais, que estejam em dúvida quanto à causa ou a forma de agir e comportar-se.

A pessoa busca quando, de alguma forma, não está satisfeita com o andamento de sua vida, não está feliz, quando quer mudar padrões de comportamento e atitudes ou mudar crenças, para preparar-se para qualquer mudança e necessita de ajuda para isso.

É uma ação de assessoria ao indivíduo, visando ajudá-lo a definir seus objetivos, identificar e desenvolver o que precisa para atingi-los. O foco é na vida pessoal.

Individual – favorece a privacidade e um atendimento mais direcionado às necessidades do indivíduo.

Em Grupo – Favorece a socialização, desinibição e pode acelerar a mudança quando, ao conhecer histórias semelhantes a sua, o indivíduo descobre que não é o único a viver o problema. E o custo torna-se mais acessível.

OBJETIVOS:
- Reorganização de Valores
- Definição de Futuro
- Ajudar o cliente a avançar em direção à suas metas pessoais de maneira mais objetiva
- Capacitar a pessoa a buscar seus objetivos de forma saudável e efetiva

PROCEDIMENTOS:
- Encontros semanais ou quinzenais, de acordo com a necessidade e realidade de cada pessoa ou grupo.
- Utilização de técnicas adequadas para desbloqueios e mudanças.
- Avaliação
- Encerramento, de acordo com o cliente

BENEFÍCIOS:
- Aumento da consciência de si
- Maior auto-estima
- Aumento do poder pessoal
- Eficácia nas ações em direção aos objetivos

Consultoria Profissional

Assim como a Consultoria Pessoal, é uma ação de ajuda ao indivíduo na definição de objetivos e na identificação e desenvolvimento de habilidades necessárias para atingi-los. A diferença é que aqui, estas ações são voltadas para a área profissional.

O indivíduo busca quando está com dificuldades na área profissional: decisões no trabalho atual ou na carreira a seguir, problemas de relacionamento no trabalho, etc. Como por exemplo, pessoas que estejam se preparando para provas de seleção, vestibulares e concursos, atletas, que apesar do corpo bem treinado, apresentem resultados insatisfatórios.

Individual – favorece a privacidade e um atendimento mais direcionado às necessidades do indivíduo.

Em Grupo – Favorece a socialização, desinibição e pode acelerar a mudança quando, ao conhecer histórias semelhantes a sua, o indivíduo descobre que não é o único a viver o problema. E o custo torna-se mais acessível.

OBJETIVOS:
- Ajudar o cliente a avançar em direção à suas metas profissionais de maneira mais assertiva e eficaz.

PROCEDIMENTOS:
- Encontros semanais ou quinzenais, de acordo com a necessidade e realidade de cada pessoa.
- Utilização de técnicas adequadas para desbloqueios e mudanças.
- Avaliação.
- Encerramento, de acordo com o cliente.

BENEFÍCIOS:
- Estruturação de objetivos atingíveis.
- Aumento da eficiência e eficácia.
- Maior auto-estima.
- Aumento do poder pessoal.
- Melhor qualidade de vida.

Consultoria Empresarial

PÚBLICO ALVO:
– Empresas, organizações e entidades.

FOCO:
– Identificação e desenvolvimento de competências pessoais no ambiente profissional, buscando maior adaptação, melhores relações interpessoais e resultados mais satisfatórios para a empresa e seus colaboradores.

Recrutamento e Seleção de Pessoal
Descrição de Cargos
Gestão de Pessoas
Treinamento e Desenvolvimento
Coaching

Recrutamento e Seleção de Pessoal

São normas e procedimentos técnicos indicados para organizar a ação de atração e obtenção de colaboradores de acordo com as exigências e padrões da empresa.

OBJETIVOS:
- Busca, no mercado, de profissionais para preenchimento de vagas

PROCEDIMENTOS:
Inicia-se por conhecer a descrição do cargo e os pré-requisitos da vaga em aberto; a cultura, os valores e os princípios da empresa, da área e da equipe solicitante; os principais desafios esperados pela área solicitante e o perfil comportamental esperado/desejado.
- Divulgação da vaga em anúncio aberto ou fechado, conforme preferência da empresa.
- Analise dos currículos enviados.
- Entrevista individual com os candidatos com currículo adequado
- Coleta de informações junto aos empregadores anteriores
- Aplicação de testes.
- Levantamento de dados dos testes
- Entrevista em grupo
- Confecção do laudo contendo o perfil dos candidatos mais adequados
- Encaminhamento dos candidatos finalistas para apreciação do solicitante, individualmente ou em apresentação em grupo.

BENEFÍCIOS:
- Contratação do candidato mais adequado à função e à empresa.
- Agilidade na captação de candidatos.
- Preservação da empresa na busca do profissional-chave.
- Acompanhamento no período de integração do candidato e reposição se não houver adaptação no período de experiência
- Maior produtividade, com profissional mais adequado e delegação funções que não são inerentes à atividade fim da empresa.

FACILITADORA:
- Ana Beatriz Medeiros Brito